Publicado por: JPP | 23/08/2016

PENICHE LIVRE DE PETRÓLEO

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BICICLETADA CANCELADA
Devido às previsões meteorológicas previstas para amanhã, decidimos cancelar a bicicletada. No entanto, esta será brevemente remarcada. O nosso calendário desportivo, como forma de manifestação contra a prospecção e produção de petróleo continuará, sempre no último Domingo do mês:
O Peniche Livre de Petróleo lança um calendário desportivo, Primavera Livre de Petróleo, para promover a energia limpa e como forma de manifestação contra a prospecção e produção de petróleo na região e no país. Convida os teus amigos a participar! Também podes enviar-nos a tua proposta, uma nova actividade para acrescentar ao nosso calendário. Junta a tua à nossa voz por um país livre de petróleo! 
ENTRADA LIVRE
26 MARÇO, 9H30 | BICICLETADA | LOCAL: MARINA / RIBEIRA
30 ABRIL, 9H30 | CAMINHADA / CORRIDA | LOCAL: JARDIM / CENTRO DE PENICHE
28 MAIO, 10H00 | YOGA / CAPOEIRA | LOCAL: PARQUE DA CIDADE (ENTRADA DE PENICHE)
25 JUNHO, 14h30 | CORDÃO HUMANO + ACTIVIDADES DE PRAIA | LOCAL: BALEAL
Existem contratos de prospecção e produção de petróleo em toda a bacia de Peniche, de Lisboa ao Porto. São 33 mil Km2 em todo o litoral português, concessionados por 55 a 60 anos. Em Peniche opera o consórcio Repsol / Kosmos / Galp / Partex.
Qual é o problema?
Os trabalhos de prospecção, com campanhas sísmicas e perfurações, prejudicam os pescadores e a vida marinha, afastando o pescado. Uma empresa que procura petróleo só pode pretender extraí-lo, os riscos são enormes. Foi com tecnologia e conhecimento científico recente, em condições semelhantes às de Portugal, que a BP provocou o maior derrame de petróleo no mar da história mundial, no golfo do México em 2010, tendo destruído a biodiversidade costeira, a pesca e o turismo daquela região. Hoje é a economia da nossa região que corre perigo.
Mas o petróleo não pode dar emprego e melhorar a economia?
Não. As empresas petrolíferas exigem mão de obra altamente especializada e têm equipas de trabalho internacionais que garantem a instalação e a manutenção dos equipamentos. Nunca se geram postos de trabalho locais significativos.. 
E o Estado não iria enriquecer? 
Não. Os contratos prevêem uma renda para o Estado de 15€ por Km2, as contrapartidas são residuais e sempre insuficientes para compensar os danos causados.

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