ACTUALIZADO
Panfletos.
No Porto.
Ver textos ANEXOS:
1. O PNR vai realizar as comemorações do 1.º de Dezembro
2. PNR lança campanha em defesa do pequeno comércio tradicional
3. Solidariedade com as forças da autoridade | Visitas aos quartéis
4. Esclarecimento quanto a um acontecimento que ocorreu na passada semana no PNR
1.
O PNR vai realizar as comemorações do 1.º de Dezembro, como sempre o fez desde a sua existência, mas desta vez com um programa e um estilo diferentes.
Lembramos que, por uma decisão política cega e sem qualquer sentido de patriotismo, guiados exclusivamente por razões, mais do que discutíveis, de ordem economicista, esta data da maior importância foi abatida ao calendário nacional dos dias feriados. Contudo, este ano, o dia 1.º de Dezembro calha a um Domingo, pelo que não existe qualquer perturbação no que toca à sua comemoração.
Estabelecendo um paralelo entre o desprezo com que os políticos de dentro tratam datas nacionais carregadas de valor e o desprezo com que o país vizinho encara um Tratado internacional e mantém ocupada uma porção de território nacional, vamos este ano, simbolicamente, comemorar o dia da Restauração em Olivença, que é a qualquer título território português ocupado por Espanha.
Vamos depor uma coroa de flores à porta do Castelo de Olivença, importantíssima praça que foi nas guerras de Reconquista aos mouros, e lembrar que o respeito pela nossa Pátria tem que vir, em primeiro lugar, de dentro. Não somos isolacionistas nem queremos más relações com os outros países, mas não aceitamos sermos desrespeitados por forças externas que pretendam ocupar-nos e muito menos aceitamos ser traídos por forças internas que nos desmantelam.
Contamos convosco!
DIA 1 DE DEZEMBRO
12:00 horas – Elvas: ponto de encontro com piquenique-convívio;
15:30 horas – Olivença: Cerimónia simbólica, à porta do Castelo, com deposição da coroa de flores e discurso
Haverá autocarro a partir de Lisboa
> Partida às 8:00 horas da Churrasqueira do Campo Grande
> Chegada às 20:00 horas ao mesmo ponto
> Preço: 12 euros por pessoa
> Reserva obrigatória para geral@pnr.pt
Possibilidade de autocarro pequeno desde o Porto, com passagem por Coimbra (mediante número de pedidos de inscrição)
2.
PNR lança campanha em defesa do pequeno comércio tradicional
A defesa de uma maior distribuição da riqueza (em oposição aos monopólios) e da produção local e nacional, fonte de emprego para os portugueses e garante da nossa menor dependência face ao estrangeiro, passa pela defesa do pequeno comércio tradicional.
O PNR considera pois que é melhor existirem, por exemplo, muitas lojas numa vila ou bairro (negócios familiares) do que um gigantesco hipermercado que fica com a riqueza toda para si. Se existirem cem lojas, existirão cem patrões. Se, em vez delas, existir apenas um único hipermercado, existirá um só patrão, que por ser o único na região pode explorar à vontade os seus clientes e funcionários. Nesta última situação, mesmo que existam dois hipermercados e dois patrões, é perfeitamente possível que estes últimos cheguem a acordo entre eles, estabelecendo uma aliança em que ambos tirarão o maior lucro possível através de baixos salários e preços mais elevados dos produtos. Pelo contrário, a distribuição da riqueza não em uma ou duas mas sim em muitas mãos gera uma maior concorrência e, desde logo, uma necessidade constante de melhorar, para atrair clientes.
Não é pois difícil constatar que: 1) Os funcionários das grandes superfícies auferem quase sempre salários mais reduzidos do que os funcionários das pequenas superfícies de aldeia ou bairro; 2) No pequeno comércio tradicional, as relações entre patrão e empregado e entre a loja e o cliente são mais humanas, ou seja, é mais fácil a um empregado estabelecer uma relação de amizade e cooperação numa loja pequena, onde todos se conhecem, do que numa grande superfície, onde o empregado é tratado como uma máquina e nunca chega à fala com o administrador para lhe fazer sentir, cara a cara, os seus problemas; 3) Nas grandes superfícies, o cliente perde em termos de qualidade dos produtos, que são quase sempre de produção industrial e estrangeira, nada tendo que ver com produtos de manufactura local, que o proprietário de uma pequena superfície sabe ir buscar directamente ao produtor. Assim, comprar no comércio tradicional significa, muitas vezes, apoiar a produção nacional e o emprego de muitas famílias portuguesas; 4) A existência de diversas lojas numa vila ou bairro dá vida a esse local, que se transforma assim num sítio onde dá gosto viver e não num simples dormitório onde o desenraizamento é uma realidade; 5) A ideia de que o cliente poupa dinheiro ao comprar nas grandes superfícies é pura ilusão: embora, numa primeira fase, isso normalmente aconteça (precisamente porque a grande superfície quer granjear clientes), o que se verifica depois é que, com o passar do tempo, nada distingue os preços de uma grande superfície dos preços de uma loja: uma vez arrasada a concorrência, os donos das grandes superfícies brincam com os clientes a seu belo prazer – e depois, claro está, mesmo nos raros casos em que os produtos das grandes superfícies sejam mais baratos, o cliente vai acabar por gastar o mesmo dinheiro que teria gasto numa pequena mercearia de vila ou bairro, porque, para além do montante que despende em gasolina ou transportes públicos (que não gastaria se fosse às pequenas superfícies da sua vila ou bairro), vai-se deparar com “promoções” e constantes apelos aos seus instintos consumistas, acabando por chegar a casa com um sem-número de produtos dos quais na realidade não necessitava mas que, mesmo assim, comprou porque estavam “em promoção”, já tinha poupado noutros produtos, etc.; 6) As grandes superfícies mandam vir os produtos de fora e raramente comercializam produtos da região onde se encontram: logo, em vez de contribuírem para o enriquecimento dessa mesma região, contribuem para o seu empobrecimento (contrariamente às pequenas superfícies, que normalmente se abastecem nos mercados grossistas locais). Daí decorre que os capitais deixam de estar distribuídos pelos pequenos empresários das regiões e fogem para outras paragens (outros produtores, outros patrões, etc.).
Concluímos assim que a morte do pequeno comércio tradicional jamais beneficiará os clientes, não beneficia os empregados, não beneficia a região e tira o dinheiro aos pequenos empresários para dar aos grandes, em nada contribuindo para o desenvolvimento local e nacional. Assim, lutar pela preservação do comércio local é lutar pelo verdadeiro desenvolvimento de cada vila, cidade ou região através da manutenção dos capitais locais nessa mesma região e, acima de tudo, é lutar por uma maior independência nacional, uma maior humanização da nossa sociedade e uma maior prosperidade para os portugueses.
Em conformidade com este pensamento, os militantes do PNR levam a cabo, em Dezembro de 2013 e Janeiro de 2014, uma campanha de apoio ao comércio tradicional.
3.
Solidariedade com as forças da autoridade | Visitas aos quartéis
A propósito do caso “Hugo Ernano”, que configura um grave crime da (in)Justiça e que ata de pés e mãos os agentes da autoridade, o PNR lança uma campanha de sensibilização para que os seus militantes e apoiantes, nos diversos pontos do país, entreguem folhetos de apoio (que podem ser descarregados aqui) nos vários quartéis da GNR.
Esta acção, inserida no leque mais vasto anunciado pelo nosso partido aquando do seu comunicado a propósito da condenação do guarda em questão, é de simples concretização e pode ser levada a cabo por grupos reduzidos de pessoas, mas, ao repetir-se um pouco por toda a parte, terá um efeito multiplicador, demonstrativo do nosso apoio e solidariedade para com as Forças da Ordem e da nossa reprovação das Forças da Desordem que, à boleia do “politicamente correcto”, têm vindo a tomar conta do nosso País.
Sempre que tal iniciativa conte com a presença de algum responsável nacional ou local, também deverá ser entregue uma carta, que lhes foi disponibilizada para o efeito e por eles deverá ser assinada.
No final da semana passada, dando início a este tipo de iniciativas, uma pequena comitiva do PNR, contando com o Presidente, Pinto-Coelho e o Conselheiro Nacional, Roque Almeida, dirigiu-se ao quartel da GNR na Ajuda, em Lisboa, prestando essa solidariedade e difundindo folhetos entre os guardas que recebem com agrado tal iniciativa.
