Entrado hoje: mural na Azinhaga do Ribatejo.
Como era previsível, a publicação do artigo da Visão, com destaque de capa, e que se encontra agora integralmente disponível, teve um papel muito positivo na divulgação do ARQUIVO / BIBLIOTECA e do EPHEMERA. Segundo o que pude saber, a revista vendeu-se bem e o afluxo de visitas ao EPHEMERA duplicou (ontem foi de mais de 2500, o que para um site especializado é excelente) e várias pessoas passaram a segui-lo (há cerca de 352 seguidores, mais 98 para os comentários) . Os mesmos efeitos sentiram-no os Amigos do Ephemera que mantêm a página do Facebook e o Twitter, com o aumento de número de “gostos” e de afluência. O número de pessoas que manifestou interesse em visitar o ARQUIVO / BIBLIOTECA é também elevado.
Entradas na semana passada: canetas de propaganda eleitoral.
Mas talvez o mais importante para o futuro de um projecto sui generis como este, é o fluxo de novas ofertas, algumas com histórias por trás (e que referirei depois com mais detalhe), incluindo documentos, panfletos, livros e vários objectos, mas também material informático. Do mesmo modo, já recebi algumas respostas ao pedido de informação sobre os filmes (ou microfilmes) que entraram para o arquivo. A todos agradeço e a todos peço paciência pelo atraso das respostas, que não implicam menos consideração pelas ofertas, mas apenas falta de tempo.
Entrado ontem: pin angolano contra a posse de armas.
Porém têm-se multiplicado ofertas de ajuda no trabalho, na investigação, na organização dos materiais, no arquivo e na biblioteca, na fotografia especializada, na informatização, vindas de profissionais nestes ofícios, mas também de voluntários que querem acima de tudo ajudar. Este é a maior riqueza do EPHEMERA que lhe tem permitido, apenas com os meios próprios, ter feito mais do que fundações e instituições com orçamentos elevados.
Entrado esta semana: pequeno cartaz da CDE de antes do 25 de Abril.
E não faltam coisas para fazer: é necessário melhorar a plataforma informática e introduzir modos de classificação e organização conformes as usadas pelos normas dos arquivos, de modo a que haja uma “comunicação” entre eles; há muito a fazer pela internacionalização do EPHEMERA, para o que há excelentes pontos de partida visto que já há intercâmbio com plataformas e arquivos de outros países; há que criar uma rede estável de colaboradores a nível regional que possa “cobrir” as actividades politicas, sindicais e outras de forma sistemática fora de Lisboa; e há que reforçar a rede informal de pessoas que no seu círculo de familiares e amigos seguem a regra de que “não se deve deitar nada fora”, etc., etc. E, associado ao processo de institucionalização, que está á espera de se conhecer a nova lei sobre Fundações que parece mais propícia, há que encontrar mais espaço, o que significa mais dinheiro, abrindo-se a possibilidade de usar o crowdfunding e de receber apoios financeiros privados. Tudo isto está em aberto.
A todos agradeço e renovo o pedido de paciência pelo atraso das respostas, mas é minha intenção, o mais tardar em Setembro, organizar uma visita de todos os que ofereceram a sua colaboração e fazer então uma reunião para nos organizarmos.











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