Cidadãos do Flashmob de apelo à manifestação do dia 15 de Setembro, deixaram malas e bagagens, onde podiam ler-se palavras como despedimentos, fome, miséria, pobreza, à porta da representação permanente da troika em Portugal. Dispersaram.
Chegaram, depois, alguns polícias, que perguntaram aos jornalistas se sabiam quem tinha feito tal coisa. À falta de resposta, chamaram mais polícias. Olharam, fotografaram, falaram através dos seus walkie talkies. Por último, chegou uma empregada de limpeza que levou as malas consigo.
(Sandra Bernardo)


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