EM CONSTRUÇÃO
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EDITORIAL: A NECESSIDADE DE REVER A LEI DAS FUNDAÇÕES DE 2012

Participei num debate no Dia Europeu das Fundações e Doadores na Reitoria da Universidade Nova, expondo o projecto do ARQUIVO / BIBLIOTECA EPHEMERA, e explicando por que razão se trata de uma fundação “inconseguida”, devido a vários aspectos da actual lei, que é amigável para as grandes fundações, mas muito hostil às pequenas e médias fundações. Falei dos exemplos anglo-saxónicos mais próximos do EPHEMERA, e da necessidade de encontrar formas de organização com a maleabilidade das associações culturais sem fins lucrativos e a solidez patrimonial das fundações.
O debate foi aberto pelo Presidente da República e encerrado pela Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa e ambos reconheceram a necessidade de revisão da lei.
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CONVERSA COM JOAQUIM FURTADO SOBRE A GUERRA COLONIAL
NA VILA DA MARMELEIRA , (2 DE OUTUBRO DE 2016)
Realização do NUPAE e da Biblioteca Popular da Vila da Marmeleira com o apoio do EPHEMERA.
COLECÇÃO EPHEMERA
Primeiros exemplares já chegaram
Parabéns ao Fernando Pereira Marques, à Rita Matos e à Tinta da China pelo enorme trabalho realizado, que quem vir (e comprar) este livro imediatamente compreenderá. É um livro que nos honra a todos.
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Sobre o livro de Fernando Pereira Marques ver o Público de 30 de Setembro de 2016.
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Expresso, 24 de Setembro de 2016.

COLECÇÃO EPHEMERA
EPHEMERA NO PORTO NO ID+ E NO MIRA
Continuam os trabalhos preparatórios duma exposição integrada no programa do Futureplaces – MediaLab for Citizenship, a inaugurar a 18 de Outubro, intitulada 1968 – 1974 – Movimento Estudantil na Universidade do Porto. O programa de realizações associadas será divulgado em breve.
Realizaram-se duas reuniões no dia 30 de Setembro, uma no espaço EPHEMERA / ID+, onde estão concentrados os documentos para a exposição, e outra à noite no ESPAÇO MIRA
Organização dos documentos no Espaço EPHEMERA do ID+.
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AGRADECIMENTOS E ENTRADAS
Agradecimentos a Jorge Henriques, Miguel B.,, Sandro Ferreira, etc. (em breve).
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O pedido de materiais para o copiógrafo foi quase imediatamente respondido por vários leitores e em vários locais do país. Recebemos tinta, stencis, um outro copiógrafo, uma máquina de stencil electrónica, rolos, peças, mais do que uma “vietnamita”. É o necessário para assegurarmos o workshop a realizar no Porto (a 19 de Outubro?) sobre a impressão semi-legal e clandestina, no âmbito do Futureplaces – MediaLab for Citizenship, e da exposição 1968 – 1974 – Movimento Estudantil na Universidade do Porto. Há muito interesse nesse workshop não só no Porto como em Lisboa, pelo que peço que nos enviem um contacto para vos manter informados.
Pensamos em dar continuidade a essa experiência com um livro para a COLECÇÃO EPHEMERA intitulado provisoriamente Memórias do Copiógrafo, com memórias dos “tipógrafos” militantes nesses anos e fotografias das máquinas e do workshop, dando continuidade e aprofundando o que já faz parte do livro Armas de Papel, sobre a importância histórica do aparelho.
Continuamos a recolher material, em particular stencis e tinta para ter algum stock e tudo o mais que vier.
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Uma das respostas mais rápidas e importantes pela qualidade do material oferecido foi a de Sandro Ferreira. a quem agradeço a pronta disposição para nos ajudar. O Sandro Ferreira ofereceu-nos também um conjunto de fanzines e textos publicados de sua autoria ou que editou.
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A reunião da noite no ESPAÇO MIRA no dia 30, ficou marcada por uma importante doação feita por Acúrcio Moniz e Armando Dourado. Malas e várias caixas trouxeram documentos, panfletos, autocolantes, pins, jornais, revistas, manuscritos, cartazes, publicações várias. Trata-se de um acervo com milhares de espécimes.
(Fotografias de Manuela Monteiro)
(Mais em breve.)
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Entrou no ARQUIVO, por aquisição, um scrapbook “republicano”, interessante para se compreender a percepção popular do que era ou não relevante para um republicano.
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OBJECTOS BIZARROS

Reclame de uma barbearia.























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