EM CONSTRUÇÃO / A ACTUALIZAÇÃO SERÁ PERMANENTE ATÉ DOMINGO / O BLOGUE HABITUAL CONTINUA A CRESCER EM BAIXO
NÃO É DESLEIXO, É PURA FALTA DE TEMPO…
(ISTO ESTÁ TÃO GRAVE QUE TENHO MESMO QUE REPETIR ESTA NOTA…)
… que faz com que haja atraso nas respostas, nalguns casos de meses, para tudo: ofertas, doações, convites, pedidos de visitas, etc, etc. Apesar de toda a actividade que desenvolvemos, e apesar dos esforços de muitos dos nossos voluntários mais dedicados, não existe nada de parecido com um “secretariado”. Por isso basta uma viagem, uma falta de transporte, uma conferência ou palestra a mais numa semana, uma falta de electricidade, uma avaria na Rede, para haver a jusante um qualquer atraso. Este é um trabalho de amadores, no sentido preciso do termo, e o tempo é a única coisa que a dedicação não resolve. Desculpem por isso, os atrasos – não é desleixo é falta de tempo.
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EPHEMERA NA FIGUEIRA DA FOZ
Após a visita dos nossos amigos da Tertúlia Bento Pessoa, “braço” cultural do Ginásio Clube Figueirense, vão ser disponiblizados dois locais de recolha na Figueira da Foz para os materiais doados ao ARQUIVO / BIBLIOTECA. Em breve serão anunciados os locais. O EPHEMERA passa assim a contar com locais de recolha e de trabalho em Lisboa, Porto, Torres Vedras, Viana do Castelo e agora na Figueira da Foz.
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APELOS
AUTÁRQUICAS 2017 – MAPA DOS MATERIAIS E FOTOS QUE INGRESSARAM NO ARQUIVO
VENEZUELA
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AGRADECIMENTOS E ENTRADAS
Agardeço a Bernardo Sousa Brito o “ envio de imagens de cartazes e panfletos das eleições locais a decorrer na Croácia. As imagens estão organizadas de acordo com os condados ou municípios aos quais dizem respeito, estando ainda identificadas as respectivas organizações políticas. Em alguns cartazes, é possível encontrar um autocolante com a expressão “Hvala” (“obrigado”), denotando vitórias à primeira volta. Envio ainda em anexo algumas imagens de slogans e grafitti políticos encontrados em diferentes cidades croatas.“
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Agradeço a Eduardo Sousa da Livraria Letra Livre pela oferta de um conjunto de cartazes realtivos ao Salon du Livre Libertaire e à Radio Libertaire.
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PAPÉIS DE CÉSAR OLIVEIRA
Bandeira da UEDS.
Entrou no ARQUIVO / BIBLIOTECA um primeiro conjunto de papéis (panfletos, cartazes, manuscritos, brochuras, livros, etc.) do espólio de César Oliveira (1941-1998), historiador, activista político, autarca, com uma longa carreira cívica desde antes do 25 de Abril. Agradeço a Beatriz Oliveira e a seus filhos a gentileza da oferta, cuja importância é muito considerável dada a biografia de César Oliveira e os seus múltiplos interesses. Entre os materiais já entrados conta-se um número significativo de panfletos e brochuras republicanas e anarquistas, panfletos anti-salazaristas, documentos da FRS e da UEDS, materiais usados para os livros sobre a guerra civil de Espanha, movimento socialista e republicano, etc.
(Em breve mais.)
PAPÉIS DE EDUARDO DE FIGUEIREDO
Um conjunto considerável de documentos relativos quer à oposição democrática em Portugal, quer à propaganda aliada e alemã durante a II Guerra Mundial, foram oferecidos por Jorge Montez a quem muito agradeço. Trata-se de quatro grandes caixas contendo brochuras, panfletos, revistas, com destaque para um núcleo relativo aos “franceses livres” liderados por De Gaulle, quer com origem no Reino Unido, quer nas colónias francesas de Àfrica e do Levante que ficaram fièis a De Gaulle. Muitos originais e panfletos são raros e desconheço em Portugal qualquer colecção semelhante. Na sua origem pertenciam a Eduardo de Figueiredo, oposicionista e advogado em Santarém. Os papéis passaram a seu sobrinho, Jaime Figueiredo, igualmente advogado e figura grada da oposição em Santarém, e acabaram por ser oferecidos a Ladislau Figueiredo e Silva (sem parentesco), quando aquele fechou o consultório. Os documentos serão digitalizados e colocados no EPHEMERA.
(Mais em breve.)
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O EPHEMERA FORA DO EPHEMERA
(Em breve.)
ASSOCIAÇÃO CULTURAL EPHEMERA ©
Foi constituída uma associação cultural sem fins lucrativos chamada ASSOCIAÇÃO CULTURAL EPHEMERA © com o objectivo de criar uma base institucional ao trabalho do EPHEMERA. O acesso a espaços, o apoio privado e público, a realização de protocolos com instituições privadas e públicas como é o caso das universidades, o acesso ao crowdfunding e ao mecenato, são necessidades tendo em conta o crescimento exponencial do nosso trabalho e o valor dos fundos doados ou adquiridos. Continuaremos a depender essencialmente do trabalho voluntário e dos nossos próprios recursos, o arquivo e a biblioteca continuarão a ser privados até que haja uma outra solução institucional, mas a intenção é ser cada vez mais o “mais público dos arquivos privados”.
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VALE A PENA “VER” O ARQUIVO / BIBLIOTECA DE FORMA DIFERENTE NO
EPHEMERA – SITE
Complementar ao blogue, com uma apresentação mais detalhada dos fundos do ARQUIVO, estas páginas permitem ver a colecção de modo diferente, agregando por tipo as existências. Centenas de novas entradas são feitas por semana. Estão em construção novas páginas e outras são acrescentadas todos os dias.
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Outra excelente introdução ao trabalho que fazemos é a reportagem de Joana Reis, do Pedro Baptista que a filmou, junto com João Paulo Delgado, João Franco, João Pedro Matoso, e o João Pedro Ferreira que a editou na
Aqui (filme da TVI em versão integral),
Site com material que não foi usado no filme.
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Já estão no site do Expresso e no Facebook (1, 2, 3, 4), uma série de quatro filmes feitos em diferentes salas do ARQUIVO em 360º, por Rafael Antunes e a sua equipa. O número de visualizações no seu conjunto já ultrapassou as várias dezenas de milhar. Podem ser vistos com estes óculos, ou manipulando um tablet ou telefone inteligente, permitindo “passear” pelos diferentes espaços. Trata-se apenas de uma parte pequena do conjunto, mas signifiicativa.
EPHEMERA – BLOGUE / EPHEMERA – FACEBOOK / EPHEMERA – TWITTER
(Mais notícias em breve.)
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O DETECTIVE DOS ARQUIVOS
(Em breve.)
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EPHEMERA EM LISBOA/ PORTO/ TORRES VEDRAS / VIANA DO CASTELO
TRABALHOS NO
Está finalizada a BASE DE DADOS SOBRE O MOVIMENTO ESTUDANTIL DO PORTO e, após uma semana de testes, vai começar a ser “cheia”. Presumimos que daqui a seis meses a um ano.,uma versão pública, acessível na Rede, possa estar disponível. A base de dados incluirá biografias, eventos, organizações, cronologias, documentos (comunicados, recortes, periódicos, etc.), fotografias, etc. Será a primeira do seu género e dimensão existente em Portugal. Daqui fica o agradecimento a João Lopes, que trabalhou o software, e ao conjunto dos nossos amigos do Porto, muitos antigos activistas do movimento estudantil, que estão nela a trabalhar.
TRABALHOS NO
Ver aqui.
TRABALHOS EM VIANA DO CASTELO
Limpeza e pequenos restauros de material oferecido ao ARQUIVO / BIBLIOTECA.
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COLECÇÃO EPHEMERA
CARTAZES DO EPHEMERA
Cartazes de Miguel Januário.
Está feita uma primeira tiragem destes cartazes que podem ser enviados a quem pretenda colocá-los em locais públicos.
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COISAS QUE INTERESSAM AO EPHEMERA
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JOÃO MATOS LANÇA ‘ARQUIVO’ DE MEMÓRIAS EM FORMA DE VINHO ____________________________________________________________________________________________________________
Chama-se Arquivo, é um tinto do Douro e pretende honrar as memórias dos melhores vinhos que o enólogo João Matos alguma vez provou
Depois de 15 anos a viajar pelo mundo e a provar vinhos das mais diversas proveniências, o fundador da FAPWINES lançou-se no desafio de criar um vinho de guarda, que comprove o potencial, qualidade e elegância que os vinhos do Douro têm, em qualquer “mesa” do mundo.
“Em todos os grandes vinhos tintos, portugueses ou não, que provei e gostei, a acidez e elegância eram as características que me ficavam na memória, e foi com base nisso que surgiu este vinho. É também a minha maneira de associar as melhores experiências que vivi no mundo dos vinhos a uma região que tanto me deu, dá e continuará a dar, e à qual devo muito“, conta João Matos.
Resultante de um lote de vinhas velhas do Douro Superior e Cima Corgo, o Arquivo estagiou 1 ano em barricas de carvalho francês (85%) e americano (15%) e, por fim, 1 ano em garrafa, antes de ser colocado no mercado.
“O Arquivo pode ser bebido agora, mas tem potencial de guarda para 10 ou 15 anos. É um vinho que pode arquivar-se na garrafeira e também, assim espero, na memória de quem o provar”, refere João Matos, acrescentando que “numa paisagem agreste, como a do Douro, é possível fazer um vinho elegante e de grande longevidade“.
A nota de prova revela tratar-se de um vinho com estrutura, bons taninos e muito boa acidez que lhe confere muita frescura. Elaborado a partir de castas exclusivamente portuguesas – Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca -, apresenta um aroma complexo, com a fruta madura, madeira bem integrada, sugerindo notas de especiarias. Na boca, é intenso e equilibrado, mostrando toda a sua força num final longo e persistente.
De edição limitada – apenas foram produzidas 2020 garrafas -, o Arquivo estará disponível em garrafeiras e nos melhores restaurantes do país, sendo que 25% das garrafas estão reservadas para exportação.
(Publicidade)
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