Em 1959, Mário Soares manda ao seu amigo e colega Abranches Ferrão um cartão com um “horário”, embora “convencido que não recorrerá aos serviços desta companhia”. Junto seguia um folheto satírico intitulado Horário duma Viagem para a Eternidade, pretensamente editado em Braga “com aprovação eclesiástica”. Percebe-se o gozo destes republicanos incréus com a brincadeira anti-clerical, mais ou menos clandestina.




Seja o primeiro a comentar