O ARQUIVO EPHEMERA é a instituição que, depois da Comissão dos 50 Anos do 25 de Abril, mais iniciativas de comemorações e eventos realiza entre Março e Junho de 2024 por todo o país e fora dele. Apesar da completa desproporção de meios, e com autonomia face ao Estado, este arquivo privado, com mais de 700 associados e dezenas de voluntários, tem tido um programa de exposições, conversas e debates sobre o 25 de Abril cobrindo Portugal de Trás-os-Montes ao Algarve, e fora de Portugal (França e EUA). Representa um enorme esforço, mas realizado com trabalho, vontade e determinação de comemorar a data fundadora da liberdade dos portugueses.
Exposições e eventos ocorreram ou estão previstos em parceria com autarquias e associações locais, em escolas secundárias e outros espaços autárquicos em Olhão, Moita, Lisboa, Póvoa de Santo Adrião, Murtosa, Braga, Vila Verde, Argoncilhe, Porto, Vila Nova de Gaia, Valongo, Beja, Monforte, Barreiro, Seixal, Torres Vedras, Viseu e região de Viseu, Reguengos de Monzaraz, Barcelos, Viana do Castelo, Covilhã, Seia, Ferreira do Alentejo, Baixa da Banheira, Porto, etc., em França (Lyon, Poitiers, etc.) e nos EUA (San Francisco, Berkeley, San José).
Para além destas pequenas exposições nas escolas, autarquias, bibliotecas e instituições privadas, há quatro grandes exposições na região de Lisboa:
– “Os Dez Dias que Abalaram Portugal”, em colaboração com a CM de Lisboa, no Mercado do Forno do Tijolo.
– “Representações do Trabalho” no ISCTE.
– “A Força da Liberdade” em colaboração com a CM do Barreiro, no Barreiro.
– “Censura – A Defesa do Respeitinho”, em colaboração com a CM de Oeiras, no Palácio do Egipto, em Oeiras.
Todas estas exposições apresentam milhares de itens do ARQUIVO EPHEMERA que são originais e inéditos.
Do ponto de vista editorial estão previstos dois Cadernos do Ephemera (um sobre o Acervo do Coronel Sousa e Castro, de Joaquim Matos e outro organizado por Paulo Portugal, com as intervenções do colóquio sobre a censura de cinema) e vários livros da Colecção Ephemera publicados pela Tinta da China (um de Fernando Pereira Marques, sobre a LUAR depois do 25 de Abril, outro com o catálogo da exposição “Representações do Trabalho” do ISCTE e um livro sobre a iconografia do 25 de Abril.)
Ao mesmo tempo, materiais do ARQUIVO EPHEMERA foram fornecidos para ilustrações de livros, filmes televisivos e outras iniciativas que vamos divulgando.
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