
“Costumava dizer o Cardeal Tolentino e uma poeta grande, embora discreta, que nos deixou há dias e que vai a enterrar amanhã, que nunca, nunca perdeu nada, nem deitou nada fora ao longo da sua vida. Nós somos assim portugueses, aprendemos com tudo e todos, com todos, não temos o monopólio da verdade, e não deitamos nada fora, guardamos para a nossa memória coletiva de séculos.”
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