O enorme trabalho que temos tido com as duas grandes exposições em Lisboa e no Porto, assim como na resposta a muitas solicitações de debates, colóquios, conferências, entrevistas, filmes, etc. tem atrasado muito significativamente o registo de doações, seu agradecimento e divulgação. Isto não significa que não consideremos a excepcional qualidade e interesse de muitas doações, como em breve se verá, – é apenas absoluta falta de tempo. O facto de não ter havido divulgação não significa que o trabalho de inventariação, organização e digitalização não tenha avançado, até pela importância de muitas doações de material inédito para a nossa história, assim como documentos, fotografias, manuscritos, panfletos, etc. Continuamos fiéis à nossa absoluta prioridade de “salvar” e cada vez mais existe uma compreensão do nosso papel único nessa tarefa.
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