2 Comments

  1. Já que este é um site que pretende registar a História, tomem lá esta de borla: Tal como eu tinha vaticinado, depois da minha desmontagem dos números absurdos dos “1,4 a 2 milhões” de manifestantes da última manif dos indignados, mais nenhuma manif terminará no Terreiro do Paço.
    Repito: NENHUMA MAIS.
    É que aí torna-se agora extraordinariamente simples contar os manifestantes cometendo erros diminutos. Com o meu método ou com outro.
    A de hoje já terminou nos Restauradores. Ninguém saberá ao certo quantos são os manifestantes. A comunicação social – que tem maior aversão aos números e ao rigor que as crianças de 4 anos – a partir de agora dirá: “milhares”. Nunca mais dirá 1 milhão (ou 2 ou 3), como se estava, inacreditavelmente, a habituar.
    Isto é que é mudar a História!…

  2. A guerra dos números é uma falácia para tentar esclarecer vitórias e derrotas. Todos saem vitoriosos! Uns estão na mó de cima, mandam e desmandam, outros, ainda que na mó de baixo, mostram que ainda estão vivos que mexem e que o seu sentimento de revolta é uma espiral crescente. Quanto aos derrotados, os da mó de cima (Governo), já sente o cheiro da morte anunciada e que não serão esquecidos, os outros, os da mó de baixo (manifestantes), já há muito que estão derrotados, desde que são manipulados e que sentem o torniquete a apertar e a suprimir o último fôlego. Números? para quê números? A verdade da mentira não se esconde atrás dos números, mas desfila despudoradamente nos corredores do poder.

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