
Cartaz.
Bandeirola.
a
Henrique Neto Arruada em Lisboa 22 de Janeiro de 2016.
Henrique Neto em Loures, 22 de Janeiro de 2016.
Henrique Neto no Barreiro 18-1-2016.
Henrique Neto em Setúbal 18-1-2016.
Henrique Neto em Pataias em 17 de Janeiro de 2016
Conferência Portugal 2016-2021, Lisboa 16 de Janeiro de 2016
Henrique Neto em Évora em 16 de Janeiro de 2016
Henrique Neto em Leiria 15 de Janeiro de 2016
Campanha Presidenciais 2016

|
|
Fotografias da campanha.

Comunicado
Tenho a honra de anunciar que o Prof. Engenheiro Luís Mira Amaral decidiu apoiar a minha candidatura à Presidência da República. A carreira profissional, política e cívica do Prof. Mira Amaral é bem conhecida.
Comunicado
Tenho a honra de anunciar que o Dr. José Ribeiro e Castro decidiu apoiar a minha candidatura à Presidência da República.
Este apoio, assim como de outras personalidades, cujos nomes serão igualmente tornados públicos em breve, é um forte sinal de esperança de que a mensagem principal da minha candidatura chegará aos portugueses: Portugal não é propriedade dos partidos. É exclusivamente dos portugueses!
*

Henrique Neto é o único candidato presidencial que pode contribuir de forma decisiva para esclarecer o país, incentivando todos os partidos a assumir o patriotismo que proclamam, em vez de uma luta titânica para garantir os interesses dos «jotas» e das máquinas partidárias.
Reparará contudo que apenas os candidatos apoiados por partidos têm visibilidade!
Henrique Neto tem a experiência, a coragem e a independência que são absolutamente necessárias para o futuro próximo de Portugal. Ele não emana dos partidos, como todos os outros candidatos, nunca viveu à custa do Estado e do sistema político, como quase todos os outros candidatos, e em nada depende dos partidos. Precisamos de material informativo, para passar a sua mensagem, precisamos de ter visibilidade. Os outros candidatos têm os partidos a financiá-los, têm aqueles que vivem do sistema a pagar as contas. Henrique Neto não tem, nem quer ter!
Do pouco de muitos se faz o suficiente. Por isso estamos a desenvolver uma campanha, privada, em que pedimos uma contribuição aos nossos amigos que acreditam que Henrique Neto deve ser o nosso próximo Presidente. A sua contribuição será uma excelente ajuda. A única coisa que o Henrique lhe promete em troca é a seriedade, o empenho, o desassombro e a honestidade por que pautou toda a sua vida! Se além da sua contribuição puder passar este e-mail para os seus amigos e pedir-lhes a mesma ajuda que lhe estamos a pedir a si, óptimo!
Para fazer o donativo, basta fazer uma transferência indicando o seu nome para:
NIB (Número de Identificação Bancária): 0033 0000 4547 0827 256 05
IBAN (Número Internacional Conta Bancária): PT50 0033 0000 4547 0827 256 05
BIC/SWIFT (Código de Identificação do Banco): BCOMPTPLNada mais. O resto é com a equipa de Henrique Neto. E com o próprio, que desde já agradece o apoio, tal como nós, aliás!
Henrique Neto conhece o mundo, é um homem culto, experiente e profundamente sério. Por isso, falará e fará uma luta contra a corrupção. É também um visionário, que previu e prevê o futuro, não por méritos transcendentais, mas pela experiência e sabedoria adquiridas nos livros e sobretudo na escola da vida. Foi crítico da política de Cavaco Silva, foi deputado do PS convidado por Guterres, mas cedo previu e denunciou, primeiro ao próprio e depois publicamente, o buraco a que a sua governação ia conduzir o País e que Guterres classificou de pântano. Foi o primeiro, antes de todos, e quando todos idolatravam ou temiam o então primeiro-ministro, a dizer de José Sócrates que o rei ia nu e que o resultado da sua governação seria desastrosa para o País, como foi.
Ainda hoje Henrique Neto não desiste e não se cansa de alertar os portugueses para o facto de a crise não ter acabado e de as soluções políticas que têm sido engendradas serem altamente prejudiciais para Portugal e para os portugueses, o que pode ser constatado nas últimas eleições.
Nenhum dos outros candidatos se lhe equipara, nenhum dos outros candidatos até hoje mostrou a diferença para ser um Presidente da República como ele, porque são teóricos, e terão que compensar depois de eleitos quem os apoia, nunca geriram uma empresa, e, estas sim, criam postos de trabalho.
A campanha de Henrique Neto tem sido constantemente boicotada pelo sistema mediático, que está formatado para servir o sistema partidário, que é, como bem retrata o Henrique, um castelo que não deixa entrar ninguém que não pertença à guarnição e esteja disposto a seguir as regras vigentes, que são regras de lugares e privilégios que nada têm a ver com o interesse nacional. Tem sido difícil passar a mensagem, mas Henrique Neto, nós próprios e os seus apoiantes não desistimos. E recusamo-nos, todos, a morrer na praia, depois de termos conseguido as 7.500 assinaturas necessárias para a candidatura.Se acha que Portugal não deve continuar como está, colabore. Quanto vale, para si, termos alguém de confiança em Belém? Alguém que sabemos que não nos vai trair? Alguém que sabemos que sabe o que quer e, mais importante, sabe do que Portugal e os portugueses necessitam? Quanto vale para si ter um Presidente da República verdadeiramente independente?Vale a sua contribuição? Eu acho que sim, e já contribuí! E nada pedimos em troca, mas pediremos que esclareça os Portugueses. Temos que vencer esta fatalidade! Vaticinar um novo destino!
Obrigado, um forte abraço,
CARTA DE HENRIQUE NETO
Cara Senhora/Caro Senhor
A minha candidatura foi a primeira a apresentar-se à eleição para a Presidência da República e já publicou cerca de quinze documentos e cartas enviadas aos partidos políticos e aos candidatos presidenciais conhecidos, com sugestões e propostas para os grandes problemas do País, que vão desde a definição de uma visão estratégica para Portugal à reforma do sistema político, de soluções para o crescimento da economia à estratégia para o combate ao desemprego, da proposta para um programa nacional de combate à pobreza, através da criação da igualdades de oportunidades para as crianças portuguesas pobres no sistema de ensino à reforma do sistema energético nacional, à questão de Sines/Barreiro, etc.
Este esforço de alertar os portugueses para os grandes problemas nacionais e para as soluções possíveis em ano de eleições, não tem sido acompanhado pelo interesse da comunicação social, dos partidos políticos e mesmo dos candidatos presidenciais, que se têm limitado à divulgação de declarações generalistas, sem ligação visível à realidade nacional.
O desinteresse dos meios de comunicação pelo debate concreto dos grandes problemas nacionais, para mais em ano de eleições, acompanhado pelo sentido de defesa do sistema político partidário contra a inovação política, económica e social, nem mesmo apresentando as suas propostas alternativas, empobrece o debate de ideias, impede as reformas necessárias e justifica o discurso político dominante da não existência de alternativas à crise e à austeridade, o que é obviamente falso.
Há ainda a acrescentar a predisposição das elites nacionais para a defesa da estabilidade dos interesses adquiridos e das mordomias conquistadas, tornando irreversível a perda de muitas oportunidades ao nosso alcance, que vão desde o investimento estrangeiro e nacional até ao empobrecimento da posição geoestratégica de Portugal, quer no plano da União Europeia quer no plano da globalização.
Mais grave, porventura, é que os portugueses acabarão por não conhecer quais são as alternativas e impedidos, pelo desconhecimento, de nelas participar.
Saudações democráticas
Henrique Neto
*
Comunicado
Enquanto os partidos políticos se divertem em debater os números do desemprego, sem se preocuparem, ou saberem, como criar novos empregos, no próximo dia 11 deste mês, terça-feira, chegará ao porto de Sines, carregado de contentores, o maior navio do mundo, o MSC ZOE, um gigante com 395,4 metros de comprimento e 59 metro de boca, com a possibilidade de carregar 19.220 TEUS, o que quer dizer de forma simplificada 19.220 contentores.Este navio e mais dois “irmãos” semelhantes, o MSC Óscar e o MSC Oliver, entraram agora ao serviço com carreiras regulares entre o Oriente e a Europa, e representam a maior oportunidade da economia portuguesa de muitos anos de tornar Sines o maior hub europeu de transhipment, em luta com os portos do Norte da Europa e com os portos do Mediterrâneo de Valença, Algeciras e Tânger-Med.Entretanto, se as indústrias portuguesas do calçado, dos moldes, dos componentes de automóvel, etc., têm ganho a batalha contra os seus concorrentes internacionais, porque não o transporte marítimo? A única diferença é que Sines depende do Estado e de haver uma estratégia nacional Euro Atlântica, que aproveite as grandes mudanças do comércio no espaço do Atlântico, o abatimento das barreiras alfandegárias, e o decréscimo do custo dos transportes para afirmar Portugal, para atrair investimento estrangeiro de empresas industriais integradoras, para fazer crescer a economia e criar empregos.Está o Governo português morto para as oportunidades? São os partidos políticos indiferentes ao crescimento económico? Onde está esta questão tratada nos programas de governo? Que pensam sobre isto os candidatos e os putativos candidatos presidenciais?Até aqui não pensaram nada. Proponho que isso mude, e o Presidente da República, o Governo e os partidos políticos organizem, como parte da campanha eleitoral das legislativas, uma conferência sobre Sines e as suas oportunidades.Não o fazer é continuar a condenar Portugal à irrelevância.
Henrique Neto
Lisboa, 10 de Agosto de 2015
*
Candidato presidencial visitou em Cantanhede o maior certame da região centro
– O exemplo da EXPOFACIC agradou a Henrique Neto
A 25º edição da EXPOFACIC teve 500 expositores divididos pelas áreas comercial, agrícola, automóvel, institucional, educação e gastronomia, e atraiu perto de meio milhão de visitantes, entre eles o candidato presidencial Henrique Neto, na última sexta-feira, 31 de Julho.
Antes de entrar no recinto da Expofacic, Henrique Neto foi recebido pelo presidente da Câmara de Cantanhede, João Pais de Moura, que lhe fez um enquadramento económico de uma região cujo tecido empresarial está muito vocacionado para a exportação e que, assim, tem uma taxa de desemprego de 7,4%, sensivelmente metade da média nacional.
O presidente da edilidade falou com orgulho ao candidato presidencial sobre a existência em Cantanhede do Parque da Biotecnologia de Portugal, uma iniciativa da câmara municipal que atraiu já três dezenas de empresas nacionais e estrangeiras da área da biotecnologia.
Este Parque da Biotecnologia foi um arrojado investimento da Câmara Municipal de Cantanhede e do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra que, hoje, está sustentado e viabilizado pelo empreendedorismo que se aglutinou naquele local.
Já no recinto da Expofacic, Henrique Neto apercebeu-se da dimensão de um certame que ultrapassa as fronteiras do concelho e se transformou num emblema de Cantanhede e da região centro. A Expofacic é um evento com evidente impacto na economia da região, na promoção dos negócios e no encontro de gentes que ali se potencia.
Henrique Neto teve oportunidade de visitar alguns expositores e de provar alguns produtos da região, tendo apreciado uma prova de vinho espumante da marca “Marquês de Marialva” da Adega Cooperativa de Cantanhede que, na opinião do candidato presidencial, “é tão bom como o melhor dos champagnes”.
O candidato presidencial e o edil de Cantanhede marcaram já nova visita de Henrique Neto à cidade, desta vez para conhecer in loco o Parque de Biotecnologia da cidade. Sob a gestão de João Pais de Moura, Cantanhede tornou-se num concelho próspero e é esse tipo de competência que atrai a atenção de Henrique Neto, independentemente das filiações partidárias seja de quem for.
A candidatura de Henrique Neto a Presidente da República, sob o mote “Por uma nova República”, pode ser acompanhada emhttp://www.henriqueneto.pt/ .
Lisboa, 3 de Agosto de 2015
*
Candidato defende estratégia de crescimento assente na atracção de investimento estrangeiro
Henrique Neto desafia partidos políticos a apresentarem propostas concretas de combate ao desemprego
O candidato independente à Presidência da República, Henrique Neto, enviou ontem a todos os partidos políticos portugueses uma carta onde lança o desafio para que estes digam aos portugueses «como pensam combater de forma consistente o problema do desemprego e promover a criação de novos empregos», no âmbito dos programas eleitorais a apresentar nas próximas legislativas. Na missiva enviada aos partidos políticos, também partilhada com os restantes candidatos presidenciais, Henrique Neto defende que o combate ao desemprego passa pelo «debate com todos os sectores da economia e a criação de políticas sectoriais com vista ao aumento das exportações».
«Num País de apenas dez milhões de habitantes, localizado no centro do Ocidente e entre duas das maiores economias mundiais, a da Europa e a dos Estados Unidos, com o Atlântico por parceiro logístico e criador de riqueza, o desemprego só pode existir por falência das elites dirigentes, que não conseguem equacionar a solução de vários problemas simultaneamente», considera o candidato na carta. Henrique Neto entende ser urgente a definição de uma estratégia efectiva de combate ao desemprego face aos «níveis insustentáveis» que este atingiu em Portugal, alertando que «muitos desempregados já perderam o respectivo subsídio, deixando as famílias na mais extrema pobreza», e que «os cortes nos rendimentos do trabalho e dos reformados impedem as tradicionais formas de apoio das famílias, em particular aos jovens sem emprego», muitos obrigados a emigrar.
Henrique Neto refere ainda que todos estes cenários acontecem «perante a indiferença e a hipocrisia do Estado» e critica «a inoperância perante as oportunidades que surgem na economia, nomeadamente por ausência de uma estratégia nacional para o progresso e para o desenvolvimento». O candidato presidencial lamenta que «nem mesmo o sucesso de sectores da economia e de algumas regiões de Portugal parece estimular o estudo sobre as melhores soluções para a crise do desemprego», e toma como exemplo para análise, entre outros, «as indústrias do calçado, dos componentes para automóveis, da cerâmica e o cluster de produtos que envolve a indústria de moldes e a engenharia». Mas «infelizmente, não são usados para o estudo do que vai mal noutros sectores e no Estado», como «o que vai mal no nado morto Banco de Fomento», exemplifica.
O primeiro candidato a apresenta-se na corrida às eleições Presidenciais de 2016, considera que o caminho para o crescimento económico do País e consequente criação de emprego, além do debate junto players de todos os sectores da economia, passa também pela «questão de Sines», que, refere na carta «já apresentei aos partidos», e «assume uma importância particular». A “questão de Sines” «trata-se de definir este como um porto de transhipment no panorama portuário nacional, actuando em conformidade na sua promoção, com o objectivo de atrair o investimento estrangeiro de empresas integradoras que aproveitem as vantagens da localização próxima das rotas do Atlântico e da paragem frequente de navios de ligação a todos os outros continentes», explica o candidato.
Henrique Neto refere que as empresas integradoras «recebem sistemas e componentes oriundos de todos os continentes e integram-nos na produção de bens, como acontece com a Auto-Europa, enviando-os de seguida para todo o mundo pela mesma via». O candidato considera que estas são «empresas criadoras de muitos empregos, quer altamente especializados, quer de baixo nível de especialização, nomeadamente nas montagens, nas embalagens e nos transportes», que podem contribuir igualmente para «o desenvolvimento em Portugal de novos fornecedores nacionais».
O candidato independente considera que o desemprego em Portugal «tem solução» e refere que «só não está a ser uma questão ultrapassada porque se está a trabalhar num quadro restrito de pensamento que faz depender o crescimento económico de causas oriundas da macro economia», sem conhecimento do que «se passa nas empresas e à revelia dos factores estratégicos do crescimento económico criador de empregos», defende.
Na carta enviada aos partidos políticos, Henrique Neto critica ainda «as propostas para a dinamização do consumo à custa das reservas da Segurança Social, para mais sabendo-se que o crescimento do consumo é feito principalmente pelas classes sociais com maior poder de compra, afectando de imediato as importações e o défice da Balança Comercial». O candidato considera igualmente incompreensível «a ausência de programas de substituição de importações, no sentido de identificar os sectores e os produtos importados» pelo Estado, «com o objectivo de dinamizar o empreendedorismo dos portugueses para a sua produção».
Henrique Neto anunciou a sua intenção de intervir activamente na campanha eleitoral das legislativas, escrutinando os programas dos partidos, e obrigando a que se discuta aquilo que, no seu entender, realmente interessa ao País e aos portugueses.
O candidato presidencial independente entende que é sua obrigação «confrontar os actuais partidos com as questões que considero mais importantes para o futuro do País e que não veja contempladas nos seus programas, ou o estejam de forma que eu considere pouco séria, ou até errada. Não o fazer nesta altura seria o mesmo que dizer que isso me é indiferente enquanto candidato presidencial, ou que isso só me diz respeito se, e quando, for eleito Presidente da República!».
A candidatura de Henrique Neto a Presidente da República, sob o mote “Por uma nova República”, pode ser acompanhada em http://www.henriqueneto.pt/ .
Lisboa, 28 de Julho de 2015
*
Recolha de assinaturas.
|
|||
|
APARTHEID NOTICIOSO?
Apresentei a minha candidatura à Presidência da República em 25 de Março, e aguardei naturalmente que algum dos principais canais da televisão me convidasse para eu poder dizer aos portugueses, num horário adequado, ao que venho. Tal não aconteceu. No entanto, mal surgiu a apresentação de um candidato com clara – embora ínvia – associação a um partido, foi imediata a excitação, e logo um dos principais canais, a SIC, se precipitou a convidá-lo para ele se dirigir aos portugueses no espaço de um dos seus noticiários nobres. Isto aconteceu, note-se, depois de ao mesmo canal também ter feito em directo a cobertura integral da apresentação desta última candidatura, o que também não tinha feito com o lançamento da minha. Trata-se de factos completamente inaceitáveis em qualquer democracia digna desse nome, que apontam para critérios que não são os da igualdade ou os do equilíbrio no tratamento dos candidatos. Não aceito este apartheid noticioso, nem o que de mais lamentável ele revela da Velha República que me proponho combater. O mês decorrido desde a apresentação da minha candidatura dá-me – pelos apoios que suscitou, pelas iniciativas desenvolvidas, pela esperança criada -, uma indiscutível legitimidade para denunciar esta dualidade de tratamento entre a minha candidatura e esta outra hoje anunciada, e pedir uma rápida correcção desta situação. Os portugueses têm direito a uma informação isenta e plural, incompatível com a subserviência com os interesses instalados que estes factos revelam e que só podem conduzir a uma ainda maior degradação da democracia, que não me cansarei de denunciar e combater. Exijo, pois, uma oportunidade idêntica à da candidatura que agora surgiu para defender a minha visão de uma Nova República, para debater os grandes problemas nacionais e para apresentar as minhas propostas para o futuro do meu País.
*
*
T-shirt.











































































































































































































Seja o primeiro a comentar