ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2016 – CANDIDATURA DE HENRIQUE NETO

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Cartaz.

Bandeirola.

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Henrique Neto Arruada em Lisboa 22 de Janeiro de 2016.

Henrique Neto em Loures, 22 de Janeiro de 2016.


Henrique Neto no Barreiro 18-1-2016.

Henrique Neto em Setúbal 18-1-2016.

Henrique Neto em Pataias em 17 de Janeiro de 2016

Conferência Portugal 2016-2021, Lisboa 16 de Janeiro de 2016

Henrique Neto em Évora em 16 de Janeiro de 2016

Henrique Neto em Leiria 15 de Janeiro de 2016

Campanha Presidenciais 2016

12 de dezembro de 2015

Discurso proferido pelo candidato à Presidência da República Henrique Neto, na sessão de apresentação dos seus Mandatários e Comissão de Honra, no passado dia 15, na Sociedade de Geografia de Lisboa:
Minhas amigas e meus amigos
Começo por saudar a vossa presença, sobretudo a vossa presença activa nesta candidatura. Muito obrigado a todas e todos  os que tornaram possível esta candidatura ter chegado até aqui .
Quero saudar e agradecer aos mandatários regionais e ao Mandatário Nacional.
Era muito mais fácil a todos vós uma posição cómoda de apoiar uma candidatura do sistema do que apoiar  a minha, ou era mais fácil manterem-se afastados desta disputa eleitoral, como tantos outros com responsabilidades têm feito ao longo dos anos.
Amigas e amigos.
Este é um momento crucial da nossa vida colectiva, que tanto pode ser de viragem como de continuidade. Uma continuidade feita de oportunismos vários e de solidariedades obscuras. É contra essa continuidade que me apresento perante vós.
Não foi fácil chegar aqui.
Como se constatou, sem fazerem qualquer esforço visível, sem apresentarem quaisquer ideias dignas de nota, qualquer estratégia ou visão sobre o nosso futuro, sem nenhum projecto ou  proposta concreta  para o País, os candidatos presidenciais do sistema político que nos conduziu até aqui, muito longe do 25 de Abril de que falam mas não honram, tiveram até agora mais atenção e  tempo de presença  nos meios de comunicação social.
Porque será ? Quem tem medo desta candidatura?
Vamos ver o que acontece agora, qual o tratamento oficial das candidaturas nos meios de comunicação social . Se será justo e equilibrado, o resultado natural de uma democracia adulta, ou se, pelo contrários, os do castelo, se refugiarão  mais uma vez por detrás das ameias do poder partidário, para se defenderem dos infiéis, que somos nós todos.
Mas há seguramente a muito nesta nossa candidatura que as outras gostariam de ter mas não têm:
  • Um passado político de luta contra a injustiça e os poderes fátuos de partidos amigos e de corporações;
  • Uma experiência de vida feita de trabalho e da pobreza suficiente para compreender o que é a exclusão e a impossibilidade de ter a mesma escola dos meninos ricos;
  • O orgulho de ter criado obra, milhares de postos de trabalho e contribuído para a democratização tecnológica em Portugal;
  • Ter sempre previsto os acontecimentos futuros e antecipado as suas  consequências;
  • Não ter ficado calado durante os anos de chumbo da autocracia demagógica e ignorante que nos conduzi ao endividamento, ao empobrecimento e ao desastre.
Por isso as candidaturas do sistema se escondem por detrás  de palavras vazias de sentido e de conteúdo prático. Veremos o que têm para nos dizer daqui até ao dia 24 de Janeiro do próximo ano.
Pela nossa parte, temos uma visão para o País,  e temos um projecto para a concretizar para Portugal.
Entretanto deixem-me fazer um pequeno enquadramento que penso importante para nós nesta candidatura, como para todos os portugueses.
Como terão já visto e ouvido, um dos motes da minha candidatura, da nossa candidatura é: Portugal não é da Esquerda nem da Direita! É nosso!
Com isto não estamos menorizar a esquerda ou a direita. Tenho apoios de pessoas de vários quadrantes políticos e ideológicos. Eu próprio tenho um passado de esquerda que não renego.
Mas uma coisa é um projecto de governação e a luta pelo poder numa campanha eleitoral, onde a disputa ideológica é natural, e outra coisa é o progresso do País que todos queremos ver,  independentemente de quem está no poder.
E quando olhamos para Portugal, como para outros países como a Grécia, a França ou a Espanha, o que nós vemos hoje é um quase colapso das esquerdas e direitas tradicionais e uma crise profunda no seu sistema político.
Na Grécia, os partidos que alimentaram o centro da vida política, económica e social, estiveram no centro da corrupção dominante a criaram um autêntico buraco negro, deixando o País à deriva.
Na França, décadas  de uma governação sem projecto que relançasse o país, que  antecipasse e resolvesse problemas que era expectáveis, conduziu a um descrédito nas forças políticas do centro esquerda e do centro direita,  acentuando a perda de esperança, o aumento da incerteza e insegurança, abrindo agora o caminho à extrema-direita.
Na vizinha Espanha, os partidos do centro têm falhado sucessivamente e estado mergulhado em escândalos. Neste país  não assistimos ao aparecimento duma extrema esquerda ou extrema direita, mas antes à emergência de  novos partidos que buscam reconstituir o centro político para uma nova dinâmica  na sociedade espanhola.
Dentro de dias veremos o resultado dessa evolução.  Veremos se surgem novos políticos e uma nova capacidade de compromisso, ou se a Espanha mergulha na indefinição e o bloqueio político. As duas possibilidades existem.
E o que temos visto em Portugal é uma degradação do centro político  constituído pela alternância de governos mais à direita ou mais à esquerda, centro esse que se foi coligando cada vez mais com os negócios, corrompendo-se de forma já não possível de esconder.
Não temos ainda em Portugal a emergência forte de novos partidos, pelo menos para já, o que tranquiliza os velhos partidos, que continuam a recusar fazer as reformas urgentes e necessárias..
Entre nós, trinta anos de luta continua sem tréguas e sem grande discernimento,  entre a esquerda e a direita,  contribui para que uma larga maioria de portugueses, concretamente mais de  4 milhões   encolhe os ombros por desconfiança ou descrédito nos partidos, e opte por não votar. Esta situação pode ser compreensível, mas é profundamente negativa numa sociedade moderna e num regime democrático pelo qual tantos lutaram e alguns morreram.
Esta degradação das forças do  centro político é sempre um factor de bloqueio da vida económica, social e da renovação do dinamismo político. Não há sociedades que se desenvolvam sustentadamente num quadro deste tipo.
As duas últimas décadas foram absolutamente desastrosas em Portugal, com  uma destruição de riqueza nunca vista na nossa história.
Mais de 50% dos portugueses em idade eleitoral desistiu de intervir na vida democrática, ou seja, desistiu de participar das escolhas políticas para o seu País,  no que é  um sinal  muito preocupante sobre o presente e sobre o nosso futuro.
Se repararam, até aqui nenhum outro candidato presidencial se preocupou com isso, ou  assumiu a realidade de um sistema político altamente disfuncional, ou daí  retirou quaisquer  consequências.
Portanto, minhas amigas e meus amigos, o que nos espera, com a vitória de qualquer dos candidatos do sistema   será a continuação da ladeira descendente que andamos a percorrer legislatura após legislatura sem fim à vista.
Promessas não faltam agora, como não faltaram no passado, mas quem mais acredita nas promessas?
A minha candidatura fala pelo meu passado e  pelas minhas convicções que são conhecidas e não são de hoje. Convicções que aliás já apresentei em pormenor aos partidos políticos e a todos os candidatos presidenciais, mas sem resposta.
Se pudéssemos escutar algum conselho do povo grego, provavelmente seria: não se deixem enganar! Não esperem que os velhos partidos mudem para mudar Portugal  e resolver com coragem os principais problemas. Tomem o País nas vossas mãos antes que seja tarde de mais!
E um conselho possível do povo francês poderia ser:  Aqueles que ajudaram a criar os problemas que temos hoje não serão os que os vão resolver, porque lhes falta visão e coragem, ou estão demasiado comprometidos com o passado.   Não tenham ilusões! Actuem antes que seja tarde de mais!
Por isso,  em vosso nome,  julgo que hoje posso apelar a todos os portugueses, e em especial aos mais de 4 milhões de portugueses que desistiram de votar, que não deixem que o País chegue a uma situação  ainda mais grave.
Há uma eleição presidencial a 24 de Janeiro de 2016 que pode ser ao principio das   grandes mudanças que possam democratizar e fazer progredir Portugal.
Manter depois de 24 de Janeiro um presidente  oriundo do sistema  do velho centro político  é garantir uma presidência da república  que nada fará para contrariar as forças políticas que são responsáveis pela situação a que o País chegou.
Há três candidaturas que, por maiores diferenças que apresentem em termos de personalidade, de carácter ou de retórica política,  olham para a função presidencial como um complemento das suas carreiras e um apêndice dos governos, há mesmo quem prometa uma  aliança com um governo.
Minhas amigas e meus amigos.
Os candidatos do sistema político fazem uma interpretação intencionalmente minimalista da Constituição no que se refere aos poderes presidenciais e desdobram-se em vénias  de retórica dá para tudo, para  não desagradar aos partidos do chamado arco da governação.
Para mim, o  Presidente da República em Portugal é um cargo em que tem que manter equidistância das forças políticas e não tornar-se um alimentador das disputas partidárias, um equilibrador da continuidade dos erros e das omissões da governação.
Os grandes equilíbrios que devem preocupar um Presidente da República não são apenas entre as forças partidárias, mas entre as forças da sociedade portuguesa.
A crispação que deve preocupar  não é a que conjunturalmente ocorra entre forças que disputam o poder e os seus benefícios, mas  a distância que existe entre os portugueses e o seu sistema político democrático.
Não é a democracia que serve os partidos políticos, mas são estes que devem estar ao serviço da democracia.
De acordo com a nossa Constituição, o Presidente da República deve cooperar com qualquer governo legítimo nas matérias que respeitam aos dois órgãos de soberania. Um Presidente da República deve ser livre para elogiar um governo tanto quanto para o ajudar a governar bem, mas também para contrariar a má governação.
Deve interrogar o Governo quando tiver dúvidas, e deve ajudá-lo quando o merecer e solicitar.
Em circunstância alguma deve ser aliado ou opositor do governo.
Aqui, a minha candidatura assume uma postura clara em relação ao governo saído das últimas eleições.
Ao contrário das promessas ambíguas dos restantes candidatos do sistema, eu serei cooperante com o governo na defesa do interesse nacional,  mas, com este ou outro governo, serei intransigente  no cumprimento dos compromissos eleitorais internos e no cumprimento dos compromissos internacionais de Portugal.
Caso este ou qualquer outro  governo falhe nestas duas áreas, é meu dever não permitir que uma situação desse tipo se arraste, pelo que actuarei imediatamente, uma vez que  sei por dolorosa experiência o que aconteceu no passado.
Comigo os portugueses terão um Presidente que apresentará ao País uma metodologia para se ultrapassar a actual crise financeira e económica, um processo democrático para se chegar a um consenso nacional alargado que  permita  políticas estáveis e uma estratégia de desenvolvimento. Será uma metodologia que contará com o envolvimento dos portugueses e será uma via para uma reconciliação nacional entre os portugueses e o seu sistema político.
Há pouco tempo um dos  meus concorrentes declarou que “o Presidente deve intervir quando os portugueses forem enganados”! É pena é que não se tenha apercebido como os portugueses estão a ser enganados há já muitos anos. Como Sá agora deu por isso não o denunciou em tempo útil.
Amigas e amigos
É altura de arregaçarmos as mangas.
Espera-nos uma tarefa difícil  que é a de chegar aos portugueses com as nossas mensagens.
Não temos nenhuma estrutura partidária no terreno como outros têm.
Temos a vontade, temos os valores e o desejo de servira a democracia, e  temos o amor pela esta Pátria de quase nove séculos e de muitas conquistas.
Necessitamos de chegar junto dos portugueses que desistiram de tomar posição nas escolhas políticas,  para lhes dizermos que há um projecto de esperança no nosso caminho.
Portugal tem trabalhadores, empresas e empresários, cientistas e mulheres e homens da cultura que estão muito acima do que hoje oferece a nossa classe política. O País tem razões para acreditar no futuro.
A nossa democracia pode ver reconciliar-se o povo português com os seus políticos, mas estes ainda não fizeram a sua parte. Ainda persistem coligados com os poderes do dinheiro e do amiguismo político  e recusam-se a mudar.
Em mim Portugal e os portugueses terão um Presidente da República atento, promotor  do País e das suas energias e não uma figura de protocolo, decorativa, que apenas mostra alguma coisa quando está num segundo mandato, porque esteve calado no primeiro  para garantir a reeleição.
Espero que não seja isto que os portugueses querem, porque não é isso que lhes posso dar.
Gosto demasiadamente do meu País, sofro demasiado pelo seu sofrimento , e sei o suficiente do que há a fazer, para me contentar com tão pouco.
Está nas mãos dos portugueses fazer acontecer um Portugal Novo.
Viva Portugal
Henrique Neto
15 Dezembro 2015
Sociedade de Geografia de Lisboa

 

Fotografias da campanha.

12 de dezembro de 2015

Comunicado

Tenho a honra de anunciar que o Prof. Engenheiro Luís Mira Amaral decidiu apoiar a minha candidatura à Presidência da República. A carreira profissional, política e cívica do Prof. Mira Amaral é bem conhecida.

Comunicado

Tenho a honra de anunciar que o Dr. José Ribeiro e Castro decidiu apoiar a minha candidatura à Presidência da República.

Este apoio, assim como de outras personalidades, cujos nomes serão igualmente tornados públicos em breve, é um forte sinal de esperança de que a mensagem principal da minha candidatura chegará aos portugueses: Portugal não é propriedade dos partidos. É exclusivamente dos portugueses!

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POR FAVOR FAÇA ACONTECER

Henrique Neto é o único candidato presidencial que pode contribuir de forma decisiva para esclarecer o país, incentivando todos os partidos a assumir o patriotismo que proclamam, em vez de uma luta titânica para garantir os interesses dos «jotas» e das máquinas partidárias.

Reparará contudo que apenas os candidatos apoiados por partidos têm visibilidade!
Henrique Neto tem a experiência, a coragem e a independência que são absolutamente necessárias para o futuro próximo de Portugal. Ele não emana dos partidos, como todos os outros candidatos, nunca viveu à custa do Estado e do sistema político, como quase todos os outros candidatos, e em nada depende dos partidos. Precisamos de material informativo, para passar a sua mensagem, precisamos de ter visibilidade. Os outros candidatos têm os partidos a financiá-los, têm aqueles que vivem do sistema a pagar as contas. Henrique Neto não tem, nem quer ter!
Do pouco de muitos se faz o suficiente. Por isso estamos a desenvolver uma campanha, privada, em que pedimos uma contribuição aos nossos amigos que acreditam que Henrique Neto deve ser o nosso próximo Presidente. A sua contribuição será uma excelente ajuda. A única coisa que o Henrique lhe promete em troca é a seriedade, o empenho, o desassombro e a honestidade por que pautou toda a sua vida! Se além da sua contribuição puder passar este e-mail para os seus amigos e pedir-lhes a mesma ajuda que lhe estamos a pedir a si, óptimo!
Para fazer o donativo, basta fazer uma transferência indicando o seu nome para:

NOME DO TITULAR:                                        Henrique Neto PR 2016
NIB (Número de Identificação Bancária):                0033 0000 4547 0827 256 05
IBAN (Número Internacional Conta  Bancária):         PT50 0033 0000 4547 0827 256 05
BIC/SWIFT (Código de Identificação do Banco):        BCOMPTPL
Nada mais. O resto é com a equipa de Henrique Neto. E com o próprio, que desde já agradece o apoio, tal como nós, aliás!
Henrique Neto é o Presidente de que Portugal precisa!
Henrique Neto começou a trabalhar como operário, na Marinha Grande, aos 14 anos. Subiu por mérito próprio todos os patamares empresariais e da vida, estudou e leu profusamente, correu sempre riscos, até físicos, para lutar pela liberdade e defender a democracia, e conseguiu construir um dos mais importantes grupos empresariais do mundo do seu sector.
Henrique Neto conhece o mundo, é um homem culto, experiente e profundamente sério. Por isso, falará e fará uma luta contra a corrupção. É também um visionário, que previu e prevê o futuro, não por méritos transcendentais, mas pela experiência e sabedoria adquiridas nos livros e sobretudo na escola da vida. Foi crítico da política de Cavaco Silva, foi deputado do PS convidado por Guterres, mas cedo previu e denunciou, primeiro ao próprio e depois publicamente, o buraco a que a sua governação ia conduzir o País e que Guterres classificou de pântano. Foi o primeiro, antes de todos, e quando todos idolatravam ou temiam o então primeiro-ministro, a dizer de José Sócrates que o rei ia nu e que o resultado da sua governação seria desastrosa para o País, como foi.
Ainda hoje Henrique Neto não desiste e não se cansa de alertar os portugueses para o facto de a crise não ter acabado e de as soluções políticas que têm sido engendradas  serem altamente prejudiciais para Portugal e para os portugueses, o que pode ser constatado nas últimas eleições.
Nenhum dos outros candidatos se lhe equipara, nenhum dos outros candidatos até hoje mostrou a diferença para ser um Presidente da República como ele, porque são teóricos, e terão que compensar depois de eleitos quem os apoia, nunca geriram uma empresa, e, estas sim, criam postos de trabalho.
A campanha de Henrique Neto tem sido constantemente boicotada pelo sistema mediático, que está formatado para servir o sistema partidário, que é, como bem retrata o Henrique, um castelo que não deixa entrar ninguém que não pertença à guarnição e esteja disposto a seguir as regras vigentes, que são regras de lugares e privilégios que nada têm a ver com o interesse nacional. Tem sido difícil passar a mensagem, mas Henrique Neto, nós próprios e os seus apoiantes não desistimos. E recusamo-nos, todos, a morrer na praia, depois de termos conseguido as 7.500 assinaturas necessárias para a candidatura.Se acha que Portugal não deve continuar como está, colabore. Quanto vale, para si, termos alguém de confiança em Belém? Alguém que sabemos que não nos vai trair? Alguém que sabemos que sabe o que quer e, mais importante, sabe do que Portugal e os portugueses necessitam? Quanto vale para si ter um Presidente da República verdadeiramente independente?Vale a sua contribuição? Eu acho que sim, e já contribuí! E nada pedimos em troca, mas pediremos que esclareça os Portugueses. Temos que vencer esta fatalidade! Vaticinar um novo destino!
Obrigado, um forte abraço,
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CARTA DE HENRIQUE NETO

Cara Senhora/Caro Senhor

A minha candidatura foi a primeira a apresentar-se à eleição para a Presidência da República e já publicou cerca de quinze documentos e cartas enviadas aos partidos políticos e aos candidatos presidenciais conhecidos, com sugestões e propostas para os grandes problemas do País, que vão desde a definição de uma visão estratégica para Portugal à reforma do sistema político, de soluções para o crescimento da economia à estratégia para o combate ao desemprego, da proposta para um programa nacional de combate à pobreza, através da criação da igualdades de oportunidades para as crianças portuguesas pobres no sistema de ensino à reforma do sistema energético nacional, à questão de Sines/Barreiro, etc.
Este esforço de alertar os portugueses para os grandes problemas nacionais e para as soluções possíveis em ano de eleições, não tem sido acompanhado pelo interesse da comunicação social, dos partidos políticos e mesmo dos candidatos presidenciais, que se têm limitado à divulgação de declarações generalistas, sem ligação visível à realidade nacional.
O desinteresse dos meios de comunicação pelo debate concreto dos grandes problemas nacionais, para mais em ano de eleições, acompanhado pelo sentido de defesa do sistema político partidário contra a inovação política, económica e social, nem mesmo apresentando as suas propostas alternativas, empobrece o debate de ideias, impede as reformas necessárias e justifica o discurso político dominante da não existência de alternativas à crise e à austeridade, o que é obviamente falso.
Há ainda a acrescentar a predisposição das elites nacionais para a defesa da estabilidade dos interesses adquiridos e das mordomias conquistadas, tornando irreversível a perda de muitas oportunidades ao nosso alcance, que vão desde o investimento estrangeiro e nacional até ao empobrecimento da posição geoestratégica de Portugal, quer no plano da União Europeia quer no plano da globalização.
Mais grave, porventura, é que os portugueses acabarão por não conhecer quais são as alternativas e impedidos, pelo desconhecimento, de nelas participar.
Saudações democráticas

Henrique Neto

*

Comunicado

 Enquanto os partidos políticos se divertem em debater os números do desemprego, sem se preocuparem, ou saberem, como criar novos empregos, no próximo dia 11 deste mês, terça-feira, chegará ao porto de Sines, carregado de contentores, o maior navio do mundo, o MSC ZOE, um gigante com 395,4 metros de comprimento e 59 metro de boca, com a possibilidade de carregar 19.220 TEUS, o que quer dizer de forma simplificada 19.220 contentores.Este navio e mais dois “irmãos” semelhantes, o MSC Óscar e o MSC Oliver, entraram agora ao serviço com carreiras regulares entre o Oriente e a Europa, e representam a maior oportunidade da economia portuguesa de muitos anos de tornar Sines o maior hub europeu de transhipment, em luta com os portos do  Norte da Europa e  com os portos do  Mediterrâneo de Valença, Algeciras e Tânger-Med.Entretanto, se as indústrias portuguesas do calçado, dos moldes, dos componentes de automóvel, etc., têm ganho a batalha contra os seus concorrentes internacionais, porque não o transporte marítimo? A única diferença é que Sines depende do Estado e de haver uma estratégia nacional Euro Atlântica, que aproveite as grandes mudanças do comércio no espaço do Atlântico, o abatimento das barreiras alfandegárias, e o decréscimo do custo dos transportes para afirmar Portugal, para atrair investimento estrangeiro de empresas industriais integradoras, para fazer crescer a economia e criar empregos.Está o Governo português morto para as oportunidades? São os partidos políticos indiferentes ao crescimento económico? Onde está esta questão tratada nos programas de governo? Que pensam sobre isto os candidatos e os putativos candidatos presidenciais?Até aqui não pensaram nada. Proponho que isso mude, e o Presidente da República, o Governo e os partidos políticos organizem, como parte da campanha eleitoral das legislativas, uma conferência sobre Sines e as suas oportunidades.Não o fazer é continuar a condenar Portugal à irrelevância.

Henrique Neto

Lisboa, 10 de Agosto de 2015

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Candidato presidencial visitou em Cantanhede o maior certame da região centro
– O exemplo da EXPOFACIC agradou a Henrique Neto

A 25º edição da EXPOFACIC teve 500 expositores divididos pelas áreas comercial, agrícola, automóvel, institucional, educação e gastronomia, e atraiu perto de meio milhão de visitantes, entre eles o candidato presidencial Henrique Neto, na última sexta-feira, 31 de Julho.

Antes de entrar no recinto da Expofacic, Henrique Neto foi recebido pelo presidente da Câmara de Cantanhede, João Pais de Moura, que lhe fez um enquadramento económico de uma região cujo tecido empresarial está muito vocacionado para a exportação e que, assim, tem uma taxa de desemprego de 7,4%, sensivelmente metade da média nacional.

O presidente da edilidade falou com orgulho ao candidato presidencial sobre a existência em Cantanhede do Parque da Biotecnologia de Portugal, uma iniciativa da câmara municipal que atraiu já três dezenas de empresas nacionais e estrangeiras da área da biotecnologia.

Este Parque da Biotecnologia foi um arrojado investimento da Câmara Municipal de Cantanhede e do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra que, hoje, está sustentado e viabilizado pelo empreendedorismo que se aglutinou naquele local.

Já no recinto da Expofacic, Henrique Neto apercebeu-se da dimensão de um certame que ultrapassa as fronteiras do concelho e se transformou num emblema de Cantanhede e da região centro. A Expofacic é um evento com evidente impacto na economia da região, na promoção dos negócios e no encontro de gentes que ali se potencia.

Henrique Neto teve oportunidade de visitar alguns expositores e de provar alguns produtos da região, tendo apreciado uma prova de vinho espumante da marca “Marquês de Marialva” da Adega Cooperativa de Cantanhede que, na opinião do candidato presidencial, “é tão bom como o melhor dos champagnes”.

O candidato presidencial e o edil de Cantanhede marcaram já nova visita de Henrique Neto à cidade, desta vez para conhecer in loco o Parque de Biotecnologia da cidade. Sob a gestão de João Pais de Moura, Cantanhede tornou-se num concelho próspero e é esse tipo de competência que atrai a atenção de Henrique Neto, independentemente das filiações partidárias seja de quem for.

A candidatura de Henrique Neto a Presidente da República, sob o mote “Por uma nova República”, pode ser acompanhada emhttp://www.henriqueneto.pt/ .

Lisboa, 3 de Agosto de 2015

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Candidato defende estratégia de crescimento assente na atracção de investimento estrangeiro

Henrique Neto desafia partidos políticos a apresentarem propostas concretas de combate ao desemprego

O candidato independente à Presidência da República, Henrique Neto, enviou ontem a todos os partidos políticos portugueses uma carta onde lança o desafio para que estes digam aos portugueses «como pensam combater de forma consistente o problema do desemprego e promover a criação de novos empregos», no âmbito dos programas eleitorais a apresentar nas próximas legislativas. Na missiva enviada aos partidos políticos, também partilhada com os restantes candidatos presidenciais, Henrique Neto defende que o combate ao desemprego passa pelo «debate com todos os sectores da economia e a criação de políticas sectoriais com vista ao aumento das exportações».

«Num País de apenas dez milhões de habitantes, localizado no centro do Ocidente e entre duas das maiores economias mundiais, a da Europa e a dos Estados Unidos, com o Atlântico por parceiro logístico e criador de riqueza, o desemprego só pode existir por falência das elites dirigentes, que não conseguem equacionar a solução de vários problemas simultaneamente», considera o candidato na carta. Henrique Neto entende ser urgente a definição de uma estratégia efectiva de combate ao desemprego face aos «níveis insustentáveis» que este atingiu em Portugal, alertando que «muitos desempregados já perderam o respectivo subsídio, deixando as famílias na mais extrema pobreza», e que «os cortes nos rendimentos do trabalho e dos reformados impedem as tradicionais formas de apoio das famílias, em particular aos jovens sem emprego», muitos obrigados a emigrar.

Henrique Neto refere ainda que todos estes cenários acontecem «perante a indiferença e a hipocrisia do Estado» e critica «a inoperância perante as oportunidades que surgem na economia, nomeadamente por ausência de uma estratégia nacional para o progresso e para o desenvolvimento». O candidato presidencial lamenta que «nem mesmo o sucesso de sectores da economia e de algumas regiões de Portugal parece estimular o estudo sobre as melhores soluções para a crise do desemprego», e toma como exemplo para análise, entre outros, «as indústrias do calçado, dos componentes para automóveis, da cerâmica e o cluster de produtos que envolve a indústria de moldes e a engenharia». Mas «infelizmente, não são usados para o estudo do que vai mal noutros sectores e no Estado», como «o que vai mal no nado morto Banco de Fomento», exemplifica.

O primeiro candidato a apresenta-se na corrida às eleições Presidenciais de 2016, considera que o caminho para o crescimento económico do País e consequente criação de emprego, além do debate junto players de todos os sectores da economia, passa também pela «questão de Sines», que, refere na carta «já apresentei aos partidos», e «assume uma importância particular». A “questão de Sines” «trata-se de definir este como um porto de transhipment no panorama portuário nacional, actuando em conformidade na sua promoção, com o objectivo de atrair o investimento estrangeiro de empresas integradoras que aproveitem as vantagens da localização próxima das rotas do Atlântico e da paragem frequente de navios de ligação a todos os outros continentes», explica o candidato.

Henrique Neto refere que as empresas integradoras «recebem sistemas e componentes oriundos de todos os continentes e integram-nos na produção de bens, como acontece com a Auto-Europa, enviando-os de seguida para todo o mundo pela mesma via». O candidato considera que estas são «empresas criadoras de muitos empregos, quer altamente especializados, quer de baixo nível de especialização, nomeadamente nas montagens, nas embalagens e nos transportes», que podem contribuir igualmente para «o desenvolvimento em Portugal de novos fornecedores nacionais».

O candidato independente considera que o desemprego em Portugal «tem solução» e refere que «só não está a ser uma questão ultrapassada porque se está a trabalhar num quadro restrito de pensamento que faz depender o crescimento económico de causas oriundas da macro economia», sem conhecimento do que «se passa nas empresas e à revelia dos factores estratégicos do crescimento económico criador de empregos», defende.

Na carta enviada aos partidos políticos, Henrique Neto critica ainda «as propostas para a dinamização do consumo à custa das reservas da Segurança Social, para mais sabendo-se que o crescimento do consumo é feito principalmente pelas classes sociais com maior poder de compra, afectando de imediato as importações e o défice da Balança Comercial». O candidato considera igualmente incompreensível «a ausência de programas de substituição de importações, no sentido de identificar os sectores e os produtos importados» pelo Estado, «com o objectivo de dinamizar o empreendedorismo dos portugueses para a sua produção».

Henrique Neto anunciou a sua intenção de intervir activamente na campanha eleitoral das legislativas, escrutinando os programas dos partidos, e obrigando a que se discuta aquilo que, no seu entender, realmente interessa ao País e aos portugueses.

O candidato presidencial independente entende que é sua obrigação «confrontar os actuais partidos com as questões que considero mais importantes para o futuro do País e que não veja contempladas nos seus programas, ou o estejam de forma que eu considere pouco séria, ou até errada. Não o fazer nesta altura seria o mesmo que dizer que isso me é indiferente enquanto candidato presidencial, ou que isso só me diz respeito se, e quando, for eleito Presidente da República!».

A candidatura de Henrique Neto a Presidente da República, sob o mote “Por uma nova República”, pode ser acompanhada em http://www.henriqueneto.pt/ .

Lisboa, 28 de Julho de 2015

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Recolha de assinaturas.

Henrique Neto na conferência “Os políticos, a política e o Estado da Nação” 

«Foram os políticos que governaram mal Portugal,
os portugueses não trabalharam menos»
Henrique Neto considera que «foram os políticos que governaram mal Portugal, porque os portugueses não trabalharam menos». As declarações foram proferidas ontem, na conferência “Os políticos, a política e o Estado da Nação”, na qual o candidato independente à Presidência da República participou, juntamente com o economista Medina Carreira, na Marinha Grande. Henrique Neto acrescentou que «se houve sectores da sociedade que gastaram demais, não foram certamente os que ganham cerca de 500 euros por mês. Esses sectores que (no passado) consumiram acima das posses do País serão aqueles que vão consumir mais com a dinamização do mercado interno».

Henrique Neto defendeu que «para resolver os problemas económicos do País bastava que o Governo copiasse o modelo da Marinha Grande, do distrito de Leiria, ou de Aveiro, que têm um saldo comercial positivo». No que respeita aos actores empresariais, o candidato independente mostra-se optimista, considerando que «há oportunidades para o País no campo da economia. Temos excelentes empresários, temos excelentes trabalhadores, alguns a trabalhar no estrangeiro, a dar provas de boas capacidades, e a competir com empresários de toda a parte do mundo».

O candidato independente refere que vê «sintomas nas empresas e nos empresários de grande capacidade, nomeadamente no sector exportador». Muitos dizem, «se tivéssemos as condições dos empresários alemães, por exemplo, teríamos resultados muito mais interessantes, porque têm de transpor vários obstáculos que são colocados pelo sistema político». O candidato considera que «se a economia portuguesa resolver alguns problemas, temos todas as condições para crescer e um desses problemas é o sistema político, que, no passado, pela inexperiência, pela corrupção e pela ignorância, provocou aquilo que o Medina Carreira nos explicou aqui hoje (crise de 2011)».

Por sua vez, o professor e economista Henrique Medina Carreira criticou a medida proposta pelo Partido Socialista (PS) no seu programa eleitoral para as legislativas de 2015, de relançar a economia nacional através do aumento da procura interna, referindo que «o PS tem inclusive um estudo feito por economistas em que promete relançar a economia através do aumento da procura interna, o que é um caminho muito perigoso».

O economista explicou que «se se começar a relançar a economia pela procura interna, o que acontece é que a despesa do Estado vai subir de repente e em quantidades significativas, e os impostos para pagar este aumento da despesa só mais tarde é que vêm, são dificilmente cobráveis». Medina Carreira criticou igualmente a proposta socialista que prevê a diminuição da Taxa Social Única (TSU). «Entretanto também se corta na TSU, o que significa uma diminuição dos impostos, e o que se prevê é que, em pouco tempo, o défice de 3% do PIB passe a ser de 4%, e Bruxelas imediatamente toca o sino, as agências de rating avaliam negativamente a situação e há um aumento imediato dos juros».

De forma a explicar a sua perspectiva, o economista recuou alguns anos declarando que «entre 1985 e 1995 a economia cresceu 5,6% ao ano, mas a procura interna subiu 7,5% para permitir esse crescimento. Depois, entre 1995 e 2000, para que a economia crescesse 2,5%, foi preciso que a procura interna aumentasse 3,4%». Recordou ainda que durante o período em que se verificou um grande aumento da procura interna, entre 2007 e 2013, «a dívida do País, que totaliza a das famílias, das empresas e do Estado, aumentou 100% do PIB. Somos um dos países mais endividados do mundo. A nossa dívida externa é de 409% do PIB, a do Estado é de 130%». O professor resume o problema explicando que «a procura interna faz com que se consuma mais, logo que se importe mais. E quando importamos sem exportar (…) têm que nos emprestar dinheiro para comprarmos mais».

De acordo com Medina Carreira, a solução para a economia nacional é outra. «O que nos convém é um crescimento que não vá pelo caminho da procura interna, pelo menos em grande dimensão. Mas sim por uma procura do exterior pelos nossos produtos. Ou seja exportar». O professor referiu que «na Irlanda as exportações são 105% do PIB, por isso já está salva. Nós apenas exportamos 40%, e a exportação é essencial para nós porque temos um mercado pequeno. Somos poucos e não somos ricos». Por estas razões, o economista entende que «a exportação é a via mais desejável para relançar economia». No entanto considera que «não temos feito o necessário para atrair investimento. Temos impostos pesados, temos problemas com a justiça, o que faz afugentar os empresários estrangeiros; a burocracia é um inferno (…) Precisamos fazer reformas em determinados sectores para atrair investimento estrangeiro.

A conferência “Os políticos, a política e o Estado da Nação” centrou-se na identificação de alguns factos que contribuíram para dar origem à crise de 2011, por Medina Carreira, que referiu que a mesma era previsível tendo em conta que foi «praticada uma política de gastos públicos que não era possível na economia que nós tínhamos». Henrique Neto leu inclusive um excerto de um texto escrito por Medina Carreira em 2015, no qual o economista previa a crise de 2011: «O peso da despesa pública levará em poucos anos ao colapso financeiro do Estado com pesadas consequências para todos, mas em especial para mais de 4.5 milhões de indivíduos dele directamente dependentes».

Medina Carreira olhou a economia em retrospectiva para poder antecipar o futuro. «Em 1975 o peso da despesa do Estado era de 20% do PIB, em 1985 de 33%, em 2000 era 43%, e em 2010 era de 52%, foi quando ocorreu este peso da despesa que o Estado entrou em pré-bancarrota», referiu o professor. «Se ganhamos 10, não gastamos 20. Mas em Portugal perdeu-se a noção de que o País deve estar dentro do que a economia permite, que é o que os impostos geram», explicou.

A candidatura de Henrique Neto a Presidente da República, sob o mote “Por uma nova República”, pode ser acompanhada emhttp://www.henriqueneto.pt/ .
Lisboa, 18 de Julho de 2015 

APARTHEID NOTICIOSO?

Apresentei a minha candidatura à Presidência da República em 25 de Março, e aguardei naturalmente que algum dos principais canais da televisão me convidasse para eu poder dizer aos portugueses, num horário adequado, ao que venho. Tal não aconteceu. No entanto, mal surgiu a apresentação de um candidato com clara – embora ínvia – associação a um partido, foi imediata a excitação, e logo um dos principais canais, a SIC, se precipitou a convidá-lo para ele se dirigir aos portugueses no espaço de um dos seus noticiários nobres. Isto aconteceu, note-se, depois de ao mesmo canal também ter feito em directo a cobertura integral da apresentação desta última candidatura, o que também não tinha feito com o lançamento da minha. Trata-se de factos completamente inaceitáveis em qualquer democracia digna desse nome, que apontam para critérios que não são os da igualdade ou os do equilíbrio no tratamento dos candidatos. Não aceito este apartheid noticioso, nem o que de mais lamentável ele revela da Velha República que me proponho combater. O mês decorrido desde a apresentação da minha candidatura dá-me – pelos apoios que suscitou, pelas iniciativas desenvolvidas, pela esperança criada -, uma indiscutível legitimidade para denunciar esta dualidade de tratamento entre a minha candidatura e esta outra hoje anunciada, e pedir uma rápida correcção desta situação. Os portugueses têm direito a uma informação isenta e plural, incompatível com a subserviência com os interesses instalados que estes factos revelam e que só podem conduzir a uma ainda maior degradação da democracia, que não me cansarei de denunciar e combater. Exijo, pois, uma oportunidade idêntica à da candidatura que agora surgiu para defender a minha visão de uma Nova República, para debater os grandes problemas nacionais e para apresentar as minhas propostas para o futuro do meu País.

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