EPHEMERA – NOTÍCIAS DA SEMANA (DE 11 A 17 DE JULHO DE 2016)

EM CONSTRUÇÃO

(Esta nota será colocada durante o fim de semana duas vezes ao dia, à medida que vai sendo actualizada.)

Ver EPHEMERA – NOTÍCIAS DAS SEMANAS (JULHO DE 2016) – SUPLEMENTO DA BIBLIOTECA

EDITORIAL: O “PIFAS”

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A memória da guerra colonial é um dos aspectos fundamentais da nossa memória contemporânea. Centenas de milhares de jovens soldados e oficiais passaram pelas colónias de África e aí conheceram os melhores e os piores anos da sua vida. Uma coisa é comum: uma memória forte dessa passagem e de tudo o que com ela está relacionado. No ARQUIVO / BIBLIOTECA recolhe-se muito material relativo á guerra colonial, livros, recortes, manuscritos, diários de guerra, correspondência, fotografias, relatórios, todo o tipo de documentos, panfletos e cartazes a favor e contra a guerra, material sobre a deserção e o exílio, etc., etc. Entrou agora (por oferta de Joaquim Matos)  o “Pifas” um boneco que funcionava como uma mascote do Programa Informativo das Forças Armadas na Guiné, e que é conhecido em várias versões e sobre o qual há muitas referencias em blogues como Luís Graça e Camaradas da Guiné.

Seja bem vindo “Pifas”.

NOTÍCIAS DO ESPAÇO DO EPHEMERA NA LER DEVAGAR

Logo Ler Devagar

Esta semana estaremos lá a trabalhar, a receber os Amigos do Ephemera, e as entregas de material para o ARQUIVO.

HORÁRIO:

TERÇA-FEIRA, 19 DE JULHO , DAS 17 ÀS 19 HORAS.

QUINTA-FEIRA, 21 DE JULHO , DAS 17 ÀS 19 HORAS.

EPHEMERA NO PORTO

Já há um espaço para o EPHEMERA no Porto. O anúncio será feito em breve.

AGRADECIMENTOS E ENTRADAS

Agradecimentos a José Pereira Miguel, Sofia Pinto Ribeiro, e outros (em breve.)

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Uma grande entrada e uma grande oferta. Detalhes em breve.

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Agradeço a Isabel Campos, que nos visitou na Ler Devagar, a oferta de alguns materiais relativos às eleições autárquicas e outros, assim como pela sua disponibilidade para ajudar à recolha documental em Viana do Castelo.

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2016-07-12 11.39.12Agradeço, mais uma vez, a Flávio Borda D’ Água, o envio de um conjunto de documentos e publicações maioritariamente sobre a consulta popular ocorrida na Suiça, no passado dia 5 de Junho.

Flávio Borda D’ Água é historiador e adjunto científico na Biblioteca de Genebra – Museu Voltaire, na Suiça. Actualmente é conselheiro municipal em Chêne-Bougeries (Genebra), eleito pelo PLR – Les Libéraux-Radicaux, pelo que o seu contributo para o Ephemera também permite documentar a intervenção política da diáspora portuguesa.

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Entrou, por aquisição, um conjunto de fotografias de Manuel Pinheiro da Rocha (1893-1973).  Manuel Pinheiro da Rocha era alfaiate no Porto e dedicou-se à fotografia por influência de Domingos Alvão. tendo tido uma activa carreira de fotógrafo, participando em várias exposições internacionais e participando em filmes. Está representado nas mais importantes colecções de fotografia portuguesa.

VISITAS

Têm sido várias as visitas ao ARQUIVO / BIBLIOTECA nestas últimas semanas. Daremos aqui em breve a notícia de algumas.

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Um conjunto de professores de design, artistas e designers que inclui alguns dos mais prestigiados criadores nessa área, visitaram o ARQUIVO / BIBLIOTECA, entre os quais Heitor Alvelos, Eduardo Aires, Miguel Januário, Henrique Cayatte, numa visita de iniciativa de Helena Sofia e Silva (professora na ESAD, curadora da exposição na Casa de Design em Matosinhos). Formas de colaboração que já tinham sido discutidas no Porto, vão agora ser  concretizadas. Em breve, haverá mais notícias.

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Manuela Monteiro e João Lafuente, velhos amigos, visitaram o ARQUIVO / BIBLIOTECA. Ambos são responsáveis pelo Espaço Mira, no Porto em cujas instalações estão previstas, já em Setembro , actividades conjuntas com o EPHEMERA

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Mário Moura e Susana Gaudêncio visitaram o ARQUIVO / BIBLIOTECA em conjunto com Manuela Monteiro, João Lafuente e Sofia Pinto Ribeiro.

Mário Moura escreveu sobre essa visita:

Visitar a biblioteca do Pacheco Pereira foi uma experiência, pelo espaço, uma autêntica cidadela labiríntica por onde o fomos seguindo por escadinhas, mezanines, portões, quartos, enquanto nos esclarecia o que era aquela espada, aquele pin, aquele livro, aquela primeira edição, aquele cesto empoeirado onde tinham vindo os papéis de Sá Carneiro, aquelas páginas riscadas com um lápis azul do tempo da censura, uma pilha de livros vindos literalmente da biblioteca de um alquimista.
Mas o melhor ainda foi a conversa entre ele, a Manuela e o João Lafuente, sobre o que era aprender, discutir, editar e distribuir durante o Salazarismo. É fácil esquecer ou nem sequer saber como era tão difícil simplesmente ter certos livros ou lê-los em público. Ouvir pormenores como se levavam edições às costas através das fronteiras. Como se planeava cuidadosamente o modo de “apanhar” um simples policopiador. Da novidade de ir ao estrangeiro e ver gente a discutir livremente política nas mesas de café. Isto e muito mais.

COISAS QUE INTERESSAM AO EPHEMERA

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15 de julho de 2016Cerimónia de apresentação de dois novos volumes da obra Portugaliae Monumenta Historica (Nova Série). O lançamento ocorrerá na Sala das Sessões académicas, dia 28 de julho, quinta-feira, pelas 17 horas.

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