EPHEMERA – NOTÍCIAS DA SEMANA (DE 12 A 18 DE DEZEMBRO DE 2016)

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EM BREVE NA TVI E NA REDE

17-de-dezembro-de-2016

Na próxima segunda-feira. dia 19 de Dezembro de 2016, passa na TVI no Jornal das 8, a reportagem que Joana Reis fez do EPHEMERA. Terá cerca de 20 minutos, enquanto uma versão mais completa, de cerca de 30 minutos passará na TVI 24, em data a anunciar. Trata-se do mais completo trabalho para televisão jamais feito do EPHEMERA, com imagens não só do arquivo e da biblioteca, mas com um acompanhamento nos últimos seis meses das principais actividades ligadas com o nosso trabalho colectivo: imagens do espaço da Ler Devagar em Lisboa e do espaço no ID+ no Porto, cobertura de várias actividades em Lisboa, Porto Torres Vedras e na Vila da Marmeleira, incluindo a inauguração da exposição sobre movimento estudantil, as “memórias do copiógrafo”, uma visita colectiva ao arquivo, um jantar de apresentação do arquivo e recolha em Torres Vedras, making off do livro de Fernando Pereira Marques, exposição dos materiais da LUAR no Mira Forum, a peça Amorzinho pelo Teatro Truta,  entrevistas a amigos e voluntários, etc.

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Joana Reis é jornalista da editoria de política desde 2004, entrou para a TVI em 2003 e trabalhou na editoria de sociedade e no programa “Diário da Manhã”, onde integrou a equipa fundadora do projecto. É licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa e mestre em Ciência Política  e autora de  A Transição impossível: a ruptura de Francisco Sá Carneiro com Marcello Caetano. e  Melo e Castro. O Provedor que Dizia Sim à Democracia.

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(Actualização.)

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Entre as “reformas estruturais” que estavam previstas para 2016, encontravam-se

  • a constituição de uma associação cultural sem fins lucrativos destinada a dar um enquadramento institucional ao trabalho do ARQUIVO/ BIBLIOTECA  e de servir  de transição para a constituição de uma Fundação que possa receber o acervo do EPHEMERA; e uma maior estabilidade;
  • e uma presença mais profissional na Rede, combinando a forma do blogue com um site fixo.

Ambos os objectivos estão muito avançados nos seus trabalhos preparatórios, mas a constituição da associação passará para o início de 2017, tornando ainda mais público, o arquivo privado mais público de Portugal.

Já o site está a ser concluído, ainda numa versão preliminar,  de modo a ser divulgado no início da próxima semana, coincidindo com a reportagem da TVI. Nele se organizará principalmente a informação que se encontra nas páginas de topo, e na coluna do lado direito do blogue. Combinará uma pequena parte de “novidades” – é o blogue que continuará a ser a parte dinâmica, actualizada se possível todos os dias, – com informação permanente, centrada principalmente no ARQUIVO  e nos seus fundos.

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Novas secções que não existem no blogue, como uma de história do ARQUIVO (ver acima parte dessa página), páginas mais detalhadas sobre alguns espólios e acervos, permitirão uma visão global dos fundos.  No entanto, na maioria dos casos, remetem para entradas no blogue mas com uma procura que pode ser mais focalizada naquilo que o leitor ou o investigador pretendem, sem ter que andar a correr o blogue para trás e para a frente. Em breve, será divulgado o site e o seu endereço, ainda numa versão experimental.

AGRADECIMENTOS E ENTRADAS

Agradecimentos a José Moreira, José Pereira Miguel,  Mafalda Braz Teixeira,  Miguel B., Maria Faustino, Graciete Caldeira,  e outros (em breve.)

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Em breve, notícias de uma semana excepcional para o ARQUIVO/ BIBLIOTECA,

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com a oferta, pelos seus filhos, da Biblioteca de Rui Grácio e Maria Angela Miguel.

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Agradeço a João Rebelo Martins as fotografias que tirou na região de Cusco, Peru, da propaganda das recentes campanhas eleitorais.

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TRABALHOS EM LISBOA E PORTO

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Continua o trabalho nos espaços de Lisboa (na Ler Devagar) e no Porto (no ID+). Em Lisboa está em fase muito avançada uma primeira organização do chamado Arquivo “Santos Pousada”, quase cem anos de correspondência numa família de comerciantes, entre Portugal e Braisl. No Porto fez-se mais uma reunião para trabalhar a estruturação de uma base de dados sobre Movimento Estudantil do Porto nos anos da ditadura (1926-1974). Já existe um modelo para a base de dados, que vai começar a ser testado.

LIVROS USADOS PARA ESTUDAR, ORGANIZAR (E PRESERVAR) OS MATERIAIS DO EPHEMERA (120): MEMORABILIA DAS LUTAS FEMININAS PELO VOTO

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