ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 2019 – LISBOA – LIVRE

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Rui Tavares
Caros amigos e caras amigas;

Escrevo esta mensagem para toda a minha lista de contactos. Quero, nestas últimas horas, falar-vos das últimas sondagens que saíram, e que são um indicador forte do próximo parlamento que teremos.

Essas sondagens dão a sugestão forte de que haverá um novo partido no próximo parlamento e dão o LIVRE a ser o partido mais próximo de conseguir entrar na Assembleia da República. Mas dão também um conjunto de quatro partidos que estão a disputar possivelmente apenas um lugar. Desses partidos, só um é de esquerda e ecologista — o LIVRE. Os outros três são de direita ou de extrema-direita: um representando a velha política, outro de adversários do estado social, e outro ainda encabeçado por um racista e xenófobo. Todos eles gastaram várias vezes mais do que os dez mil euros que o LIVRE gastou nesta campanha — cerca de cem vezes mais no seu conjunto — e todos eles tiveram mais cobertura mediática do que o LIVRE. E ainda assim as sondagens dão o LIVRE como o partido mais próximo de se estrear no parlamento. Embora sem garantias, porque a única garantia é o voto, o vosso voto.

Sondagens como a do Jornal Económico, que reproduzo acima, dão mesmo a mensagem muito clara de que no próximo domingo a disputa pode ser entre a Joacine Katar Moreira pelo LIVRE e um possível primeiro deputado da extrema-direita em Portugal.

Como queremos acordar na segunda-feira? Essa é uma pergunta que é crucial agora, nomeadamente para todos aqueles e aquelas que se revêem nos valores do estado de direito, democrático e social.

Por isso vos peço que considerem votar no LIVRE, declarar publicamente o vosso voto no LIVRE, ou mencionar o LIVRE como alternativa de voto a toda a gente na vossa rede de contactos que ainda possa estar indeciso. No nosso caso, é mesmo verdade que um punhado de votos pode fazer a diferença.

Saber quem é o próximo partido a estrear-se na AR é mesmo o último enigma a que falta responder nestas eleições. De resto, todas as sondagens dizem o mesmo: que o PS vai ganhar sem maioria absoluta, que o BE vai ser o terceiro partido com um grupo parlamentar considerável, e que a CDU ficará à frente do CDS. Resta apenas responder a uma questão: acrescentar o LIVRE à Assembleia da República, ou deixar a porta aberta a que entrem adversários do estado social, representantes da velha política ou demagogos xenófobos e racistas? A escolha é de todos nós.

Chegamos agora ao fim de uma campanha eleitoral pouco virada para o futuro — seja para os próximos quarenta anos e as grandes mudanças no trabalho, no planeta e na política que aí vem, seja sequer para os próximos quatro anos e o parlamento que tivermos para lidar com essas mudanças. Mas o LIVRE esteve nesta campanha a falar de futuro, em nome de um Novo Pacto Verde para combater as alterações climáticas e com os olhos postos num Portugal de justiça social e ambiental, uma sociedade altamente desenvolvida assente numa economia do conhecimento que não deixe ninguém para trás. Votar no LIVRE em todos os círculos eleitorais é potenciar esta alternativa de esquerda verde que faz falta a Portugal para o nosso futuro.

Abraços e até domingo,

Rui

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