LUÍS PINHEIRO DE ALMEIDA – DISCOS DE NATAL

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Não há Natal sem o clássico “Jingle Bells”, não há texto de Natal sem o mítico verso de Ary dos Santos, “Natal é quando o Homem quiser”.

Para mim e, por arrasto para o Ephemera, não há Natal sem canções de Natal de todo o género, mas mesmo de todo o género.

Só à minha conta, após mais de 30 anos de pesquisas e de investimentos, tenho uma “interessante colecção” de 1.859 canções de Natal de todos os géneros, em todas as línguas, em todos os formatos.

Não há nada nem ninguém que me agarre. Mesmo que a colectânea tenha canções repetidas, aí vai ela, só porque a capa é diferente!

“Comprei o meu primeiro disco de Natal em 25 de Dezembro de 1961, “Les Enfants du Pirée”, de Helmut Zacharias, e o último no dia 08 de Dezembro transacto, “Now 100 Hits Christmas (5 CDs)”, mais de 90 por cento repetidos, mas a capa é diferente.

Pelo meio há de tudo, até José Cid!

Foi pois com natural entusiasmo que aceitei o desafio do líder do Ephemera para um textito de 3/4parágrafos: não é um livro, mas é melhor do que nada. Tanta coisa para dizer…

Só tenho duas assoalhadas cheias de discos, livros, artefactos, bugigangas  de Natal. Tudo, excepto a árvore que não cabe, mas tenho em permanência um mini-presépio com Menino Jesus, nunca é desmanchado! Mas não mando Boas-Festas a ninguém ou quase e fico envergonhado quando as recebo. Contradições.

O Natal são sonhos, dos que se consomem e os da solidariedade. Fico muito deprimido quando ouço “Drive”, dos Cars, Silent Night/7’OClok News, de Simon and Garfunkel, “Happy Xmas (War Is Over), de John Lennon, “Live Aid” , da Band Aid.

Choro que nem uma madalena.”

Texto de Luís Pinheiro de Almeida, aqui retratado por Rui Serrano:

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