À MEMÓRIA DA EUNICE MUÑOZ

Conheci a Eunice numa fase complicada da sua vida, embora em bom rigor não sei se há “fases” que não sejam simples, a gente é que as complica. Vi-a mais nos bastidores do que no palco, começando pelos bastidores do Teatro Rivoli, e mais tarde em várias casas em que esteve em Lisboa e no Porto. Conheci-a muçulmana, com o seu nome islâmico, junto com António Barahona da Fonseca, Mohammed Rashid, e depois de novo como Eunice. Fazia parte daquelas pessoas que, mesmo quando não se viam há algum tempo, era como se fosse ontem.

O que tenho da Eunice irá para o Ephemera, onde a sua carreira está bastante documentada.

 

(JPP)

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