SUÉCIA – PANFLETO CONTRA OS REFUGIADOS (ESTOCOLMO, JANEIRO DE 2016)

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JÁ BASTA!

Que a Suécia não é como em tempos foi, não pode, nesta altura, ter escapado a ninguém e somos agora obrigados, praticamente todos os dias, a acordar com novos homicídios, roubos, violações e outros ataques. Fomos obrigados a suportar inúmeros casos deste tipo de criminalidade grave em que os autores, além disso, mais ou menos escapam às sanções alegando que têm menos de 15 anos. Por todo o país abundam relatórios segundo os quais a polícia já não consegue prevenir e investigar a criminalidade que afeta o povo sueco. Em certos casos como, por exemplo, o mais recente homicídio de uma mulher, empregada num lar para os chamados “refugiados menores não acompanhados” em Mölndal, chega-se ao ponto de o diretor-geral da polícia nacional optar por demonstrar mais pesar pelo autor do que pela vítima. Este tipo de comportamento ofensivo está atualmente tão profundamente enraizado nos nossos políticos cobardes, no nosso fraco sistema judiciário e na nossa comunicação social mentirosa que já nada nos espanta. Mas recusamo-nos a aceitar os repetidos ataques e assédios às mulheres suecas. Recusamo-nos a aceitar o desmoronamento da nossa sociedade, outrora tão segura. Quando os nossos lideres políticos e a polícia mostram maior pesar pelos homicidas do que pelas suas vítimas já não há desculpas para deixar que isso aconteça sem protestos. Quando as ruas suecas já não são seguras para os suecos normais por elas andarem é nosso DEVER resolver o problema.

Hoje juntam-se, assim, 200 homens suecos para marcar posição contra os “meninos da rua” norte-africanos que andam a vadiar pela estação central da capital. A Polícia mostrou com toda a clareza que não tem meios para conter o seu alastramento e não vemos agora outra alternativa senão aplicar-lhes a sanção que merecem. O sistema judiciário abdicou  e o contrato social foi, assim, violado – por isso é agora o dever de cada homem sueco defender os nossos espaços comuns contra a criminalidade importada. Os que se juntaram hoje não são o teu político, nem o teu jornalista, nem o teu polícia. Somos, pelo contrário, o teu pai, o teu irmão, o teu marido, o teu colega, o teu amigo e o teu vizinho. Os homens e as mulheres suecos merecem segurança no seu dia‑a‑dia e por isso instamos todos os que também vêm os problemas a seguir o nosso caminho, tanto em Estocolmo como noutros lugares em todo o país. Juntos para um melhor futuro.

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Panfleto recolhido por J. Alho na Estação Central de Estocolmo e traduzido por Madalena Ferreira Åhman. Agradeço a ambos. Logo que haja uma melhor imagem esta será substituída.

O panfleto foi  distribuído num dia em que um grupo de embuçados atacou à paulada alguns destes jovens, “refugiados menores não acompanhados”.

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