EM CONSTRUÇÃO / A ACTUALIZAÇÃO SERÁ PERMANENTE ATÉ DOMINGO / O BLOGUE HABITUAL CONTINUA A CRESCER EM BAIXO
NÃO É DESLEIXO, É PURA FALTA DE TEMPO…
… que faz com que haja atraso nas respostas, nalguns casos de meses, para tudo: ofertas, doações, convites, pedidos de visitas, etc, etc. Apesar de toda a actividade que desenvolvemos, e apesar dos esforços de muitos dos nossos voluntários mais dedicados, não existe nada de parecido com um “secretariado”. Por isso basta uma viagem, uma falta de transporte, uma conferência ou palestra a mais numa semana, uma falta de electricidade, uma avaria na Rede, para haver a jusante um qualquer atraso. Este é um trabalho de amadores, no sentido preciso do termo, e o tempo é a única coisa que a dedicação não resolve. Desculpem por isso, os atrasos – não é desleixo é falta de tempo.
(ISTO ESTÁ TÃO GRAVE QUE TENHO MESMO QUE PASSAR ESTA NOTA PARA CIMA.)
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RECOLHA AMERICANA
65 quilos de livros, brochuras panfletos, cartazes, pins, autocolantes, cerca de 1000 fotos de eventos, manifestações, greves, livrarais radicais, bancas de rua, paredes, mais filmes e outros materiais, trazidos dos EUA numa semana muito especial que incluiu o Primeiro de Maio.
VENEZUELA – UM APELO
(Ao lado, montra do Governo Bolivariano da Venezuela em Nova Iorque.)
Sabemos que a Venezuela vive um período muito difícil da sua história, e que não é a mesma coisa apelar à recolha de papéis, fotos e outro material num país em paz, como fizemos com grande sucesso para França, ou num país em que pode haver todos os riscos em fazê-lo. Mas, para a nossa memória colectiva, para que em Portugal se possam fazer trabalhos comparativos no dominio da política, da propaganda, da icoonografia, apelamos para que os nosssos amigos venezuelanos, incluindo os muitos portugueses que lá vivem e trabalham, recolham e enviem para o ARQUIVO todo o material que é relevante para compreender os acontecimentos presentes e do próximo passado na Venezuela. Isso significa panfletos e outros documentos de todas as forças políticas, governo e oposição, fotografias de inscrições, murais, e actos públicos e manifestações, cartazes, T-shirts, etc. O mesmo apelo fazemos aos venezuelanos que se encontram em Portugal e cuja acção política temos registado no blogue.
Dadas as dificuldades económicas que o país atravessa, para que não haja nenhum ónus para quem responda a este apelo, pagamos todos os custos de envio.
AGRADECIMENTOS E ENTRADAS
Agradeço a Francisco Pinto Balsemão mais uma oferta para o ARQUIVO / BIBLIOTECA, neste caso várias centenas de livros, revistas, boletins, newsletters, relatórios, etc. Ainda só foi possível ver por amostragem o conteúdo das várias caixas, mas desde já salienta-se uma muito notável colecção internacional de documentação, livros, revistas, newsletters, e outro material sobre comunicação social em geral, imprensa e televisão. A amplitude e o carácter internacional da colecção mostra o esforço que Francisco Pinto Balsemão e os seus colaboradores fizeram em acompanhar em detalhe todos os estudos que eram relevantes, por exemplo, para a criação da SIC e para outras publicações do Grupo Impresa.
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Regueifa do 25 de Abril (Pastelaria Brazil, Viana do Castelo)
A cobertura do 25 de Abril e do Primeiro de Maio de 2017 foi excepcional e os materiais recebidos estão longe de estarem já todos publicados. No caso do Primeiro de Maio, conseguimos cobrir Lisboa, Almada, Leiria, Aveiro, Viana do Castelo, Vila Real, sendo a grande falta o Porto (José Manuel Rocha entretanto enviou uma excelente série de fotos) e Coimbra. Cobrimos igualmente o evento em Espanha (Corunha, Bilbao e Avilés) e nos EUA, em Nova Iorque. Tal só foi possível pelo trabalho de António Leal, Bernardo Gouveia, Júlio Sequeira, Miguel B., Rita Maltez, (Lisboa), Maria Faustino (Leiria), Jorge Henriques (Aveiro), Maximiano Pereira (Vila Real), Rita Arantes (Viana do Castelo), Miguel Guti (Corunha), Ivan Perez Maza (Bilbao), Miguel Sánchez Gutiérrez (Avilés), etc. Obrigado a todos.
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Agradeço a Libério Tomas a oferta de um número significativo de revistas, recortes e panfletos, com destaque para material relativo à TAP, incluindo documentos do SITAVA, do SITEMA, da Comissão de Trabalhadores, etc.
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Agradeço a Prazeres Labrincha e Maria Rita Fontes os materiais e fotografias que documentam as eleições presidenciais francesas, de 2017, pelo que já possuímos documentos referentes aos 11 candidatos. Há autocolantes de Hamon e Mélenchon a caminho mas temos a consciência que falta muita coisa, pelo que renovamos o apelo a quem possua materiais que possam completar os existentes, nomeadamente os produzidos para a segunda volta.
Colecção de imprensa relativa às eleições francesas.
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Mais uma vez agradeço a Eduardo Almeida (Nico), da Breve História do Metal Português, a remessa de um conjunto de cartazes, panfletos e livros da cena metaleira portuguesa que vêm ampliar os materiais existentes no Arquivo.
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(Mais em breve)
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ASSOCIAÇÃO CULTURAL EPHEMERA ©
Foi constituída uma associação cultural sem fins lucrativos chamada ASSOCIAÇÃO CULTURAL EPHEMERA © com o objectivo de criar uma base institucional ao trabalho do EPHEMERA. O acesso a espaços, o apoio privado e público, a realizaçõa de protocolos com instituições privadas e públicas como é o caso das universidades, o acesso ao crowdfunding e ao mecenato, são necessidades tendo em conta o crescimento exponencial do nosso trabalho e o valor dos fundos doados ou adquiridos. Continuaremos a depender essencialmente do trabalho voluntário e dos nossos próprios recursos, o arquivo e a biblioteca continuarão a ser privados até que haja uma outra solução institucional, mas a intenção é ser cada vez mais o “mais público dos arquivos privados”.
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VALE A PENA “VER” O ARQUIVO / BIBLIOTECA DE FORMA DIFERENTE NO
EPHEMERA – SITE
Complementar ao blogue, com uma apresentação mais detalhada dos fundos do ARQUIVO, estas páginas permitem ver a colecção de modo diferente, agregando por tipo as existências. Centenas de novas entradas são feitas por semana. Estão em construção novas páginas e outras são acrescentadas todos os dias.
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Outra excelente introdução ao trabalho que fazemos é a reportagem de Joana Reis, do Pedro Baptista que a filmou, junto com João Paulo Delgado, João Franco, João Pedro Matoso, e o João Pedro Ferreira que a editou na
Aqui (filme da TVI em versão integral),
Site com material que não foi usado no filme.
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Já estão no site do Expresso e no Facebook (1, 2, 3, 4), uma série de quatro filmes feitos em diferentes salas do ARQUIVO em 360º, por Rafael Antunes e a sua equipa. O número de visualizações no seu conjunto já ultrapassou as várias dezenas de milhar. Podem ser vistos com estes óculos, ou manipulando uma tablete ou telefone inteligente, permitindo “passear” pelos diferentes espaços. Trata-se apenas de uma parte pequena do conjunto, mas signifiicativa.
EPHEMERA – BLOGUE / EPHEMERA – FACEBOOK / EPHEMERA – TWITTER
(Mais notícias em breve.)
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O DETECTIVE DOS ARQUIVOS
Trata-se de um objecto decorativo em gesso, que pode estar (ou ter sido) partido na parte superior, combinando a esfera armilar com o que parece um fascio. Alguém sabe mais alguma coisas sobre este ou outros objectos do mesmo tipo?
Já temos resposta: no Facebook do Ephemera Nuno Soares esclarece que “a iconografia da I República utilizou o “fasces lictores”, como símbolo republicano e libertário, à semelhança da França e dos EUA. Possivelmente, a peça da foto está ligada a essa iconografia, não se relacionando com o Estado Novo ou o fascismo italiano” Dois exemplos: . “Aldeia Gallega nas Vésperas da República – As Eleições Municipais de 1908″, fig 23 – Peanha em gesso pintado, com as armas nacionais sobre um fascio ladeado por motivos vegetalistas ” e num catálogo numismático – reverso da moeda de 1 escudo de 1914:
Obrigado pelo esclarecimento.
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APELOS
Está-se a constituir uma grande equipa de voluntários a nível nacional que inclui para além dos colaboradores habituais do EPHEMERA, mais José Rocha, Sérgio Bernardo, Maximiniano Pinto e Jorge Nunes.
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EPHEMERA EM LISBOA/ PORTO/ TORRES VEDRAS / VIANA DO CASTELO
Ver aqui.
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COLECÇÃO EPHEMERA
7 de mayo de 2017
Ephemera es una iniciativa lanzada desde Portugal por José Pacheco Pereira, basada en su archivo y biblioteca personal, la mayor de las privadas del país. Gran parte de las energías del proyecto están focalizadas en la recopilación de propaganda y materiales políticos de cualquier lugar del mundo, de cualquier tendencia, en cualquier formato. Por si fuera poco atrayente el planteamiento, se refuerza con una difusión permanente de sus ingentes materiales a través de la web y de las redes sociales. Si no la conocéis, podéis localizar Ephemera en https://www.facebook.com/ArquivoEphemera/ o también enhttps://ephemerajpp.com/
Ephemera también se ha lanzado a la arena de las publicaciones en papel a través de su propio colección en la editorial Tinta da China. De los seis títulos publicados hasta la fecha, dos se han dedicado a las pegatinas políticas de los agitados años setenta portugueses. Y ello a pesar de que los “autocolantes” gozan en el país vecino de la misma poca consideración por parte de investigadores y estudiosos, con lo cual poner el foco sobre ellos tiene un componente indudable de reivindicación de su validez como reflejo gráfico excepcional de una encrucijada histórica determinada.
Tras un primer volumen dedicado a los autocolantes del Partido Popular Democrático, recientemente acaba de salir a la venta “Autocolantes das Organizações da FUR (Frente de Unidade Revolucionária)”, un libro que recomendamos vivamente por muchos motivos. Como todas las obras de la colección Ephemera, la edición es exquisita, con un cuidado extremo en la selección del papel, la impresión, los tipos de letra, la calidad de las reproducciones. A ello se une que gran parte de las organizaciones que aparecen en este libro pertenecían al campo de la izquierda revolucionaria como la LCI, el MES, la LUAR o el PRP-BR. Y finalmente aborda un tema que nos encanta y que pocas veces suele tratarse, la iconografía de las pegatinas, los temas que visualmente abordan, el viaje de las imágenes de la propaganda de unos lugares a la de otros, (por ejemplo la comunión visual entre las LCR de los estados francés y español, y la LCI).
En el archivo Tiempos de Lucha y Esperanza, relacionado fraternalmente con Ephemera y con debilidad por los autocolantes portugueses, hemos colaborado, en la medida de nuestros fondos, con esta publicación. Y celebramos un paso más en la valorización de las pegatinas-autocolantes como fuente histórica visual.
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CARTAZES DO EPHEMERA
Cartazes de Miguel Januário.
Está feita uma primeira tiragem destes cartazes que podem ser enviados a quem pretenda coloca-los em locais públicos.
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COISAS QUE INTERESSAM AO EPHEMERA
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O canal basco eitb.eus realizou o documentário «Guernica. El cuadro que cambió mi vida» onde recolhe os testemunhos de pessoas que explicam a relevância do quadro de Picasso nas suas vidas. A partir do minuto 50:40 podemos ver o coleccionista Chorche Panielo (do Centro de Recuperación de Pegatinas e colaborador do Ephemera) contar porque coleccionou os autocolantes sobre Guernica e os ofertou ao Museu Rainha Sofia onde estão expostos junto ao original do pintor espanhol. Nas imagens é possível observar alguns autocolantes portugueses, dos anos 70, relacionados com essa temática.
ENCINO, Tex. — One June afternoon, immigrants who had illegally crossed the border and were hiking through the rugged brush came upon a remote hunting cabin here. No one was inside, so they grabbed a wooden bench and bashed open the door to get in. Those are the black-and-white facts of what happened in Brooks County on June 16, 2013. Like everything else on the South Texas borderland, there is far more to the story.
The migrants were three teenage girls from El Salvador. They had traveled at least 1,500 miles to come to America. They had gotten lost in the Texas brush after crossing the border and had been walking for four days. One of them was pregnant. They were no longer evading the Border Patrol; they were now seeking them out, because the girl who was pregnant needed help.
The first thing they did after breaking in was call the Border Patrol — they got the phone number from a list of emergency contacts pinned to the bulletin board by the front door. As they waited for the agents, they showered and washed their clothes.
One of the girls removed the pins holding the phone list to the bulletin board. She turned over the piece of notebook paper and wrote a letter to the cabin’s owner. From a foreign stranger to an American one, amid a sweeping and politically charged movement of people across the border, on a slip of torn and creased paper, it was the smallest and simplest of things: an anonymous thank-you note.
“Sorry for entering your ranch but it was out of necessity because we had four days of being lost,” she wrote in Spanish, adding, “Sorry for destroying your door and for having used your belongings. If we had not arrived here we would not have been able to call Immigration. Thank you and a thousand times sorry. God bless you.”
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