ACTUALIZADO
Estivémos no Luxemburgo, a convite do mais importante jornal em linha da emigração, o Bom Dia, que festejou os seus 18 anos com um dia de encontros entre jornalistas, artistas, empresários, desportistas, autarcas e políticos, na sua maioria ligados à diáspora no Luxemburgo, na França e na Bélgica, realizado no Instituto Camões no dia 11. O EPHEMERA foi convidado para fazer a abertura do encontro, apresentando o seu trabalho e objectivos, na antecipação da abertura de um ponto de recolha no Luxemburgo. Estiveram presentes nessa apresentação o Vice-Primeiro- Ministro e Ministro da Justiça do Luxemburgo, Félix Braz, o Embaixador de Portugal António Gamito, a candidata ao Parlamento Europeu pelo partido CSV Isabel Wiseler, o deputado eleito pela emigração Carlos Gonçalves, e muitos dos participantes no encontro. Nesse mesmo dia, respondendo ao apelo para a entrega de documentação para o arquivo, começou a receber-se material das eleições para o Parlamento Europeu do Dei Lenk e do CSV
Agradeço a Raúl Reis a gentileza do convite.
OFERTAS / ENTRADAS
Isabel Wiseler Santos Lima mostrando-nos os equipamentos que o CSV (Chrëschtlech Sozial Vollekspartei) e o PPE criaram para os candidatos.
Agradeço a Isabel Wiseler a oferta que fez do material da sua campanha.
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Agradeço a Gary Diderich, candidato às eleições europeias e porta-voz do partido déi Lénk (Luxemburgo) a oferta de materiais da actual campanha eleitoral e de outra propaganda, revistas e jornais partidários.
ANEXO

José Pacheco Pereira esteve presente na conferência Portugal +, onde apresentou o projeto Ephemera, o maior arquivo privado português. Em entrevista ao BOM DIA, o investigador em História Contemporânea Portuguesa assumiu-se com “um militante da memória”.
Pacheco Pereira realçou a importância da preservação do espólio da diáspora portuguesa, instando as próprias famílias a guardar “as fotos antigas, correspondência e até alguns objetos como bandeiras de clubes de futebol criados pela diáspora”.
O antigo deputado da Assembleia da República frisou ainda que “sem integrar a história da diáspora não há uma verdadeira história dos portugueses”, alertando para o fato de o estudo da história portuguesa estar demasiado centrado em Portugal continental e ilhas, “a memória da diáspora está em risco”.
No decorrer da entrevista Pacheco Pereira explicou a importância do Ephemera, um acervo privado, arquivo e biblioteca do próprio, gerido de forma pública pela Associação Cultural Ephemera. O intelectual português finalizou a entrevista relacionando a democracia com a memória, vincando que “sem memória não há presente nem democracia, e quem quer acabar com a democracia, em primeiro lugar, tenta apagar a memória.









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