FOTOGRAFIAS – “CARLOS DOS JORNAIS”

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1961?SANTOS, CARLOS FRANCISCO DOS SANTOS ("CARLOS DOS JORNAIS")
CANTINFLAS
Adquirido feira










1961?SANTOS, CARLOS FRANCISCO DOS SANTOS ("CARLOS DOS JORNAIS")
CASTRO, ADA DE
ANDRADE, RUI

Adquirido feira
1962/07/06SANTOS, CARLOS FRANCISCO DOS SANTOS ("CARLOS DOS JORNAIS")Adquirido feira


s.d.SANTOS, CARLOS FRANCISCO DOS SANTOS ("CARLOS DOS JORNAIS")
ALVES, JORGE
Adquirido feira

 

Carlos Francisco dos Santos, (1915 – 1992)

CARLOS DOS JORNAIS, como ficou conhecido, Ardina e Poeta Popular Repentista, chamava-se, Carlos Francisco dos Santos, natural de Lisboa, nasceu, a 22-07-1915, na Freguesia da Pena, e faleceu, a 01-03-1992, na Freguesia de Santa Maria Maior. Amigo da liberdade, fugiu de casas dos pais. Foi preso e colocado no Reformatório de Vila Fernando até aos 20 anos de idade.

A partir de 1935 começou a vender jornais, o que fez  durante mais de 50 anos, à esquina da Rua 1º de Dezembro com a Calçada do Carmo, junto ao Café Nacional (hoje Celeiro). Era muito alegre, brincalhão e poeta popular repentista. Fez muitas quadras mas nunca quis publicar um livro, como os amigos lhe sugeriam.

Casado, durante 43 anos com Dona Augusta Emília David, onde viveu sempre em Lisboa, durante 3 anos na Rua da Mouraria, mesmo ao lado da Capela de Nossa Senhora da Saúde, dois anos da Rua das Amoreiras, num prédio já demolido e os restantes 38 na Travessa da Madalena 48-3º.

Era sempre simpático  e prestável para os seus fregueses. Se algum cliente habitual chegava atrasado  e se os jornais ou revistas pretendidos já se tinham esgotado, era o próprio Carlos quem o ia comprar a um colega, para servir o seu freguês.

Conviveu com artistas da Rádio, da TV e do Teatro, especialmente no Parque Mayer, onde organizou, juntamente com o amigo «Carolas», as claques de apoio aos artistas. Frequentou casas de fado, a Feira Popular, restaurantes, etc. E lidou com muitos homens de negócios e políticos famosos.

Dicionário da História de Lisboa, (Direcção de Francisco Santana e Eduardo Sucena, Edição de 1994, Pág. 403 e 404)

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