No âmbito de uma série de “Caminhos do Romântico” organizada pelo Museu do Porto, fiz uma visita guiada ao que sobra da grande quinta de Vilar pertença desde o século XVII à família Pacheco Pereira. Após um trajecto exterior, seguiu-se uma conversa sobre a “Ascensão e queda dos Pacheco Pereira do Porto” em que participaram cerca de 40 pessoas e que mostraram uma enorme curiosidade pelo Arquivo Ephemera.

Visita inicial ao edifício da Quinta, hoje como quase tudo que encontramos na Rua de Vilar transformado em condomínios e alojamentos locais.
Visita à “ilha” de Vilar uma tentativa falhada do meu trisavô João Pacheco Pereira, de contrariar a crise económica da família após a falência da Sociedade do Palácio de Cristal, cujos terrenos tinha oferecido e faziam parte da quinta. A “ilha” tinha melhores condições de habitação do que as habituais nas outras que acolhiam a procura da crescente vaga de operários às indústrias do Porto, e por isso foi difícil arrendar as casas a um preço que justificasse o investimento.
Conversa sobre “Ascensão e queda dos Pacheco Pereira do Porto”, a que se seguiu um debate sobre o Arquivo Ephemera.
JPP


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