EPHEMERA – NOTÍCIAS DA SEMANA (DE 15 A 21 DE JANEIRO DE 2018)

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20 DE JANEIRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 10 . “Panfletos que Matam”

Mais abaixo – índice de todos os episódios.

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NO PÚBLICO DE 20 DE JANEIRO DE 2018

Para que é preciso guardar esse papel? Está tudo na Internet… Não. Não está e não é a mesma coisa

No trabalho que eu e mais de uma centena de voluntários e amigos fazemos de recolha de documentos, objectos, imagens, recortes, etc., etc., é vulgar ouvir pessoas que desvalorizam as coisas físicas, em detrimento das suas digitalizações. Na recente campanha eleitoral autárquica era muito comum pedirmos aos candidatos e candidaturas os seus materiais e receber a resposta: “Está tudo na Internet” ou no Facebook, ou em qualquer outro suporte electrónico. E nós dizíamos: “Não, não é verdade.” E mesmo que muita coisa estivesse, muita coisa faltava. Podia haver a imagem de outdoor, mas não havia a fotografia da sua colocação numa praça ou rotunda, e escapavam t-shirts, canetas, cinzeiros, caixas de medicamentos, e chapéus (a novidade nos “brindes” da última campanha), que mostram linhas de desenvolvimento da propaganda política e do seu público, para além de não se saber o que é que tinha sido efectivamente publicado em papel, o que mostra que alguém deu relevância àquele panfleto e não a outro que apareceu apenas como entrada no Facebook. Sim, é importante ter toda a informação digitalizada disponível (ela própria mais perecível do que se imagina, como mostra o esforço do Arquivo.pt em arquivar os sites mortos), mas é igualmente importante ter a dimensão física, real e não virtual, daquilo que representa a actividade política, cultural e social, que é um retrato importante do nosso espaço público.

A seguir a dizer “Não, não está tudo na Internet”, acrescentamos: “Não é a mesma coisa.” E este segundo elemento é talvez até mais importante do que o primeiro. Na verdade, nós homens (ainda) somos uma entidade física real e não virtual. O nosso mundo depende dos nossos sentidos e do seu alcance, e o corpo humano é naturalmente imperfeito e, mesmo com os aparelhos e instrumentos que alargam os nossos sentidos, continuamos a ter um mundo que depende do que vemos e do que ouvimos e das noções de espaço e tempo de cada época. Esta última afirmação remete já para a existência de um espaço social que é uma construção histórica e cultural — não temos a mesma noção de espaço se formos europeus ou se formos chineses, os limites do público e do privado são distintos e “civilizacionais”, com o “encolhimento” actual da privacidade, e com o tempo também se passa a mesma coisa.

O relógio, o device que todos temos acoplado ao nosso corpo, seja no pulso, seja no telemóvel, molda o nosso tempo pelo tempo da indústria, que tão arduamente teve de ser “imposto” às primeiras gerações de operários industriais que vinham do campo com outro tempo, o do sol a sol. E mesmo esse tempo e esse espaço estão a sofrer nos dias de hoje uma profunda mutação com o domínio de uma sociabilidade da contínua presença (gerada pelo telemóvel e pelo software de mensagens) e pela enorme aceleração do tempo, com a hegemonia do tempo rápido induzido, por exemplo, pelos jogos de vídeo e pela prevalência por todo o lado da imagem em movimento, com um enorme efeito de desatenção e dificuldade de pensar em tempo lento, assim como a percepção obsessiva dos seus sinais na moda, na publicidade, na apologia da juventude, da novidade, da rapidez, e na ausência de tempo lento.

Voltando ao que se guarda e ao que se arquiva, “não é a mesma coisa” o analógico e o digital, o real e o virtual. Um exemplo que eu e os meus amigos recolectores conhecemos bem é o efeito poderoso do “real” sobre o virtual quando se trata de fazer uma exposição. Podemos ter um ecrã a passar filmes e imagens digitalizados, podemos ter hologramas, mas é o objecto físico, seja uma faixa com as suas dimensões gigantescas — não é fácil transmitir a noção do tamanho, a não ser… pelo tamanho — ou uma pequena escultura de cerâmica, feita na Vista Alegre, com um trabalhador esmagado pelo saco que transporta e que é uma peça de reclame dos cimentos Liz, que atrai a atenção, essa preciosa e rara qualidade.

O “diálogo”, se assim se pode chamar, entre um visitante e o material que é exposto é de natureza muito diferente, porque são duas entidades reais que se confrontam. O mesmo se passa quando restauramos um antigo copiografo e o fazemos funcionar para uma plateia de jovens que não fazem nenhuma ideia do que era escrever à máquina num stencil, corrigir os erros com verniz das unhas, saber que há coisas que não se podem fazer num stencil, como seja o excesso de sublinhados que diminuem a vida útil da folha encerada que acaba por se rasgar. Não há nenhuma virtude nem mérito em ter de fazer as coisas assim para produzir um panfleto clandestino, nem temos um átomo de nostalgia. Hoje é muito mais fácil, mais rápido e melhor com um computador, um processador de texto e uma impressora a laser, mas o conhecimento da história é mais rápido e profundo quando se lida com as coisas reais. É o mesmo com as reconstituições de batalhas mais rigorosas, muito comuns nos EUA, e o conhecimento de como se matava com arco e flecha, ou a vantagem das formações militares gregas antigas, e tudo isso depende e muito da dimensão física das coisas e da sua percepção.

E voltando ao “está tudo na Internet”, dá-se um efeito perverso de distorção da memória. Primeiro, por muita coisa que já esteja na Internet, a esmagadora maioria não está. Uma das pragas, por exemplo, do jornalismo dos nossos dias é a preguiçosa utilização dos motores de busca, ou, pior ainda, da Wikipédia, para “despachar” um artigo, deixando de fora informação preciosa porque está no arquivo de recortes do jornal, mas não em linha. Uma das coisas em que insistimos em preservar, e que “salvamos”, são os arquivos de recortes que são muito comummente deitados ao lixo. Esta redução da memória àquilo que está em linha, e mesmo assim muitas vezes mal procurado, acelera a dominância de uma memória colectiva muito curta, escassa e pobre.

E mais uma vez pode-se acrescentar: e “também não é a mesma coisa”. “Folhear” continua a ser um método mais eficaz de trabalhar com documentos, como colecções de recortes, por exemplo, em que o tempo humano da atenção e a facilidade de andar para trás e para a frente, de forma “fuzzy”, é muito eficaz para encontrarmos as coisas que não sabíamos que existiam. “Folhear” não substitui “procurar”, em que os instrumentos digitais são muito mais eficazes para informação precisa, mas adequa-se mais a investigar, ou sequer a conhecer um meio ou um contexto, que a “procura” não dá.

As ameaças à memória, a destruição acelerada dos sinais físicos da história (considera-se apenas o património monumental e mesmo assim mal), a pseudomodernidade que reduz tudo o que “existe” ao que está acessível a um motor de busca são uma praga dos nossos dias. Não é um resultado de qualquer evolução tecnológica inevitável, é um processo social e cultural que vai a par com a ascensão da nova ignorância, o predomínio da superficialidade, a crise da atenção, a adolescente obsessão do “já” e a substituição da conversação pela emissão de uma forma de apitos que dizem “estou aqui”. Eu e os meus amigos recolectores combatemos tudo isto, usando como bandeira (também nós…) o dito que a “preservação da memória do passado é uma arma da democracia do presente”. E é. Ámen.

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NÚMEROS. 11.000!

é o número – já ultrapassado – de seguidores do Ephemera nas redes sociais (6.858 no Facebook e 4.187 no Twitter) graça aos quais o ARQUIVO  se tem tornado conhecido e crescido. São inúmeros os contributos, quer através do envio de materiais, nacionais e internacionais, quer na cobertura das Autárquicas de 2017 ou na resposta aos apelos que aqui temos lançado. As ofertas para voluntariado e inscrições na Associação foram relevantes, assim como constituíram um precioso estímulo as palavras de incentivo ou um singelo «gosto/like» para este trabalho único de «serviço público» que realizamos com o vosso apoio.

A todos muito obrigado!

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NÃO É DESLEIXO, É PURA FALTA DE TEMPO…

bibjppaldef6134b_brb… que faz com que haja atraso nas respostas, nalguns casos de meses, para tudo: ofertas, doações, convites, pedidos de visitas, etc, etc. Apesar de toda a actividade que desenvolvemos, e apesar dos esforços de muitos dos nossos voluntários mais dedicados, não existe nada de parecido com um “secretariado”. Este é um trabalho de amadores, no sentido preciso do termo, e o tempo é a única coisa que a dedicação não resolve. Desculpem por isso, os atrasos – não é desleixo é falta de tempo.

APELO

Crescendo…

Com o novo armazém no Barreiro apelamos a quem tenha material de escritório ou de armazém usado, em particular estantes, mesas grandes, armários, paletes, que nos possa ceder ou vender em condições favoráveis, nos contacte. O espaço de armazenamento que passamos a dispor é bastante grande, – embora o ter espaço sempre foi aquilo de que nunca nos arrependemos, – e queremos criar condições não só para arrumar e organizar os materiais que entram, como garantir condições de trabalho aos nossos amigos e voluntários que irão lá trabalhar.

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TRABALHOS EM CURSO

Organização dos papéis de José Pedro de Saldanha Oliveira e Sousa (Conde da Azinhaga)

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PAPÉIS PESSOAIS E CORRESPONDÊNCIA (por organizar)

CAUSA MONÁRQUICA (por organizar)

CENTRO DE CULTURA POPULAR (CAUSA MONÁRQUICA)

REAL IRMANDADE DE SANTA CRUZ E PASSOS DA GRAÇA

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Espólio Manuel Sena Rego

Cadernos de recortes e notas.

Usando as condições de espaço do armazém no Barreiro, começou-se a organizar o espólio de Manuel Sena Rego. Os livros já foram desempacotados e uma primeira organização já foi feita. Começou-se igualmente a organizar e inventariar os cadernos de recortes e notas que se encontravam junto com os livros. Estes cadernos sobre literatura, filosofia e história, combinam recortes de jornais, catálogos e alguns panfletos, com notas pessoais e de estudo.

Páginas dos cadernos “Movimento Neo-realista Português” e “Literatura”.

Existem igualmente pastas junto dos cadernos agrupando catálogos, revistas, folhetos, fascículos, recortes sobre literatura nacional e internacional.

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AGRADECIMENTOS E ENTRADAS

PASTAS ENTRADAS NO ARQUIVO

CONDE DE AZINHAGA

MANUEL SENA REGO – CADERNOS

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ESPÓLIO ARTÍSTICO DE MANUEL JORGE (BARBOSA)

Cunhal e Lénine (pintura a óleo.)

Agradeço à família do artista plástico Manuel Jorge (Barbosa), em particular a seu filho João Barbosa e seus irmãos, a oferta de grande parte do espólio artístico de seu pai. De uma entrada provisória que a família pretende colocar na Wikipedia (que será publicada integralmente numa página especial a criar) retiraram-se os principais elementos biográficos de Manuel Jorge (Barbosa)

Manuel Jorge (Pacheco Barbosa)

(Dafundo, 25 de Abril de 1924 – Lisboa, 20 de Fevereiro de 2015) foi um artista plástico e pintor, que assinou como Majo, na fase inicial da sua carreira. Mais tarde viria a assinar como M. Jorge. Nos seus primeiros tempos enquadrou-se nas chamadas correntes Modernista e do Neo-Realismo e tendo posteriormente enveredado por temáticas e técnicas mais académicas, após 1960.

Fez parte do MUD Juvenil (Movimento de Unidade Democrática), organização de oposição ao regime do Estado Novo, criado em 1945 e findo em 1948. Já depois do 25 de Abril de 1974 tornou-se militante do Partido Comunista Português (PCP), onde participou em diferentes iniciativas culturais.

Nascido no Dafundo, no Concelho de Oeiras, cedo demostrou interesse pelo desenho e pela pintura. Ingressou na Armada, em 1941, e posteriormente foi enfermeiro nos Hospitais Civis de Lisboa. Nesses períodos, a pintura foi uma actividade paralela, mas não interrompida.

Manuel Jorge fez formação na Escola Técnica Afonso Domingues (Lisboa), Escola de Artes Decorativas António Arroio (Lisboa) e Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa).

(…) 

Como muitos artistas da sua geração, Manuel Jorge esteve ligado ao teatro e pintura de panos murais de promoção de filmes. Durante vários anos esteve ligado ao ateliê de arquitectura de Frederico George. Através desse gabinete participou na Feira Industrial Britânica (sem referência a data), Feira Internacional Portuguesa (sem referência a data), Teatro Nacional de São Carlos, Palácio do Marquês de Fronteira (sem referência a data) e Museu de Marinha (sem referência a data).

Reconhecido entre os pares como um pintor emocional e repentista, foi-lhe dada a alcunha de «Arte Pura», pelo escultor Alípio Brandão.

A construção da biografia de Manuel Jorge é um trabalho de difícil conclusão, visto o pintor não ter deixado qualquer currículo completo, ordenado e totalmente documentado, faltando, por vezes, referência precisa quanto a local e data.

Manuel Jorge tem entrada no livro «Portuguese 20th Century Artist, A Biographical Dictionary, de Michael Tannock». Porém, esta publicação, das mais completas referentes à temática da arte contemporânea portuguesa, pouco informa.

Os apontamentos deixados pelo pintor referem sumariamente a participação em exposições em Bruxelas (Bélgica) Colónia (Alemanha), Espanha, Londres (Reino Unido), Lausana (Suíça), França, Rio de Janeiro (diversas, uma das quais no Salão H. Stern, no Rio de Janeiro), Ancorage (Alasca – Estados Unidos da América), Filadélfia (Pensilvânia, EUA), Los Angeles (Califórnia, EUA), Miami (Flórida, EUA) e Nova Iorque (Nova Iorque, EUA).

Além dessas exposições, estão documentadas as presenças nas colecções de Mr. & Mrs. Joseph Samiljan (Swampscott, Massachusetts) e de Miss Orquidea Estevez (Miami).

Nas últimas décadas de trabalho, Manuel Jorge esteve patente permanentemente nas Galerias Sesimbra e Galerias Yela, ambas de Lisboa.

Devido a problemas de saúde, quer de visão quer de controlo da mão direita, Manuel Jorge deixou a actividade artística permanente em 1998. Contudo, continuou a participar, com obras do seu espólio, na Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante.

 

Esboços para um cartaz (?) relativo ao assassinato pela PIDE do médico comunista  Ferreira Soares.

Vários.

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GRAVURAS E CARTAZES DE ANTÓNIO DOMINGUES

 

 

Mais uma vez agradeço à família de António Valentim Soares, a oferta de um valioso conjunto de obras gráficas de António Domingues, pintor, gravador, desenhador neo-realista, com considerável presença na imprensa clandestina, todas com assinatura e nalguns casos dedicatória.

 

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 Agradeço a Amélia Caratão a oferta de um conjunto de materiais de propaganda política, com relevo para uma pequena colecção de objectos e panfletos ligados ao Hospital Júlio de Matos.

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O “EPHEMERA” NA TVI24

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18 DE NOVEMBRO  – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS. – 1. “Curiosidade”.

25 DE NOVEMBRO  – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS. – 2.“Não me calo!”.

2 DE DEZEMBRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 3.”A política viril”.  

9 DE DEZEMBRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 4. “O cão com imunidade diplomática


16 DE DEZEMBRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 5. “A Biblioteca de um Bruxo”.

23 DE DEZEMBRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 6. “Bombas”.

30 DE DEZEMBRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 7. “Inferno”

6 DE JANEIRO – NOTICIÁRIO DAS 21 HORAS – 8. “Censura que não se viu”

13 DE JANEIRO  – PRIMEIRA EXIBIÇÃO 17.30 – 9. “O passado é um país estrangeiro”

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O EPHEMERA FORA DO EPHEMERA

 

 Aqui.

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O DETECTIVE DOS ARQUIVOS

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Alguém nos pode ajudar traduzindo o conteúdo desta bandeirola?

Já há respostas.

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AGENDA:

FIGUEIRA DA FOZ

27 de Janeiro de 2018

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11.30 Inauguração do Ponto de Recolha resultado de uma colaboração entre o Ginásio Clube Figueirense e a Santa Casa da Misericórdia da Figueira da Foz.

 

José Pacheco Pereira falará do ARQUIVO / BIBLIOTECA EPHEMERA

Maria Mafalda Viana apresentará a CORRESPONDÊNCIA DE MAURÍCIO PINTO, uma personalidade importante da Figueira da Foz, cuja organização e inventariação tem vindo a fazer.

COIMBRA

27 de Janeiro de 2018 – 18.45 – Conversa sobre o ARQUIVO / BIBLIOTECA EPHEMERA no Café Santa Cruz, com a presença de um grupo de amigos e voluntários.

TORRES VEDRAS

3 de Março de 1018 – Sala de Exposições da Biblioteca Municipal – Inauguração da Exposição sobre as Eleições Presidenciais nos EUA de 2016 (aberta até 7 de Abril de 2018),

BARREIRO

Abril de 2018 – Exposição de “Cartazes espontâneos” (em colaboração com a Baía do Tejo).

PORTO

Maio de 2018 – Exposição no MIRA sobre Maio de 1968.

LISBOA

Maio de 1968 – Luta Estudantil no IST de 1967 a 1974 (em colaboração com a AEIST).

Maio de 1968 – Exposição sobre Maio de 1968 (em colaboração com o Museu do Aljube).

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EM ACTUALIZAÇÃO

O ESFORÇO DAS AUTÁRQUICAS

Balanço de actividades (em breve).

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NOVIDADES NO SITE DO EPHEMERA:

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Fundação Marques da Silva fims@reit.up.ptVisita guiada por José Bernardo Távora e Miguel Frazão à exposição e ao Centro Histórico de Guimarães | Abertura de inscrições

“E é através dele [o desenho], ainda, que nós Arquitectos, formalizamos e comunicamos a nossa concepção do mundo” (Fernando Távora, 1988)

“São quatro as iniciativas, por ordem de realização: Praça do Município, Praça de Santiago, Largo de João Franco e Largo da Condessa de Juncal. O arranjo de cada praça ou largo reveste-se de um carácter próprio de acordo com a sua forma, as suas funções, o seu ambiente construído, até a sua época.” (Fernando Távora, 1993)

Vai realizar-se, no próximo dia 27 de janeiro, sábado, uma visita guiada pelos Arquitetos José Bernardo Távora e Miguel Frazão à exposição de desenho e fotografia, “Viagem aos desenhos de Viagem | Guimarães-Távora revisitado”, atualmente patente ao público na Sociedade Martins Sarmento (rua Paio Galvão), seguida de visita às praças e largos intervencionados por Fernando Távora, entre 1987 e 1992. O percurso incluirá ainda uma passagem pela Casa da Rua Nova, cujo projeto de recuperação, da autoria do Arquteto Fernando Távora, foi distinguido com o Prémio Europa Nostra.

A visita inicia-se às 10h30, na sede da Sociedade Martins Sarmento e tem uma duração aproximada de duas horas. A Fundação disponibiliza um autocarro para fazer a ligação Porto-Guimarães-Porto, com partida da Casa-Atelier José Marques da Silva (Pr. Marquês do Pombal, nº 44) às 9h30. A utilização deste meio de transporte implica o pagamento de 10€00.

A participação na visita é gratuita, mas é necessário proceder  a inscrição prévia para o email fims@reit.up.pt, ou tlf 225518557. Tem um número mínimo de 15 participantes e máximo de 40.

+ info

Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva
Praça do Marquês do Pombal, nº 30-44
4000-390 Porto
Tlf: +351 22 5518557
Email: fims@reit.up.pt
Web: http://fims.up.pt

EPHEMERA POR (QUASE) TODO O LADO

 

LISBOA

26 de março de 2016

 

Organização do Espólio do Coronel Sousa e Castro; correspondência de Maurício Pinto; papéis do movimento estudantil; colecções de autocolantes; espólio de José Borrego, etc.

Recolhas autárquicas.

PORTO

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 EPHEMERAS recolhas no  MIRA FORUM

 Copy of 2 de agosto de 2016 BASE DE DADOS SOBRE O MOVIMENTO ESTUDANTIL DO PORTO.

BARREIRO

Transportes em curso.

Armazenamento, triagem e início de organização de espólios, acervos e colecções.

COIMBRA Recolhas no Café Santa Cruz.
FIGUEIRA DA FOZ A inaugurar em 27 de Janeiro de 2018. TORRES VEDRAS

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Recolha de espólios e acervos.
 VIANA DO CASTELO

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Preparação de novas exposições em 2018.

Digitalização dos materiais da exposição sobre as Autárquicas em Viana do Castelo (1976-2013).

Recolhas autárquicas.

 

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EPHEMERA – NOTÍCIAS DA SEMANA (DE 8 A 14 DE JANEIRO DE 2018)

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