Do facebook de Fernando Correia de Oliveira:
Pelos idos de 1975, uma jovem que “mal sabia estrelar um ovo” teve que começar a aprender a cozinhar, fruto da nova situação de vida de casal. E iniciou um caderno de apontamentos de receitas – umas manuscritas, outras dactilografadas, algumas em recorte de jornal. Escritas no próprio caderno, outras coladas, outras ainda em folhas soltas. Desta amálgama de recolhas pessoais se fez experiência e uma cozinheira requintada. Mais um exemplo de livros de receitas de família que vão chegando ao arquivo Ephemera (Núcleo de Gastronomia).


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