
Em colaboração com a Cidade dos Arquivos temos um programa comum para o dia todo com o tema COMER, BEBER, COZINHAR E TEMPERAR -A GASTRONOMIA NA CIDADE DOS ARQUVOS (BARREIRO). Em breve divulgaremos a versão final desse programa em que o ARQUIVO EPHEMERA participa.

Quadro de honra dos voluntários do ARQUIVO EPHEMERA em organização para ser colocado na parede, com muitas faltas ainda.
(Fotografias de José Bio e Rui Serrano)
Inserido nesse programa o ARQUIVO EPHEMERA inaugura o Armazém 4 no Barreiro, cerca de 1500 m2 de espaço com uma série de iniciativas próprias que incluem a assinatura de uma série de protocolos de colaboração, e de entrega de novos espólios. Numa parte do novo armazém estão a ser organizadas um conjunto de bibliotecas com arquivos em anexo, que passarão a estar disponíveis a investigadores no dia do trabalho no Barreiro, terças-feiras. Entre elas:
- a Biblioteca de História de Portugal “José Manuel Silveira”;
[Inclui a parte dos livro do Ephemera organizados pelo nosso saudoso amigo José Manuel da Silveira; a sua própria biblioteca; tudo actualizado com os livros entretanto entrados]

- a Biblioteca de Comunicação Social “Francisco Pinto Balsemão”;
[Inclui a biblioteca de Francisco Pinto Balsemão, doada pelo proprio e pela família, mais a documentação oferecida também por Balsemão relativa ao Conselho da Imprensa e a criação da SIC. Ver MORTE DE FRANCISCO PINTO BALSEMÃO, AMIGO E DOADOR DO ARQUIVO EPHEMERA
Em Anexo,serão incluidos espólios e acervos sobre comunicação social, em particular o de Emídio Rangel, o Núcleo de Rádio com textos lidos na rádio, mais correspondência de ouvintes, e material sobre as primeiras “rádio piratas”.
Ver ESPÓLIO DE CARLOS DE SOUSA (1923-1998)]
Início da organização das bibliotecas da comunicação social.
- a Biblioteca de Livros Proibidos e da Censura.
[Livros censurados durante a ditadura, e o Núcleo da Censura com documentos originais da censura, de livros, jornais, rádio, publicidade, cinema e teatro. Ver Núcleo da Censura.]
- a Biblioteca Colonial;
[Livros sobre o colonialismo, e materias originais sobre as várias colónias portuguesas, com destaque para Timor e Guiné. Em anexo, haverá mais duas biliotecas pessoais, a de Carlos Krus Abecassis, que foi Secretário de Estado do Ultramar e do Fomento Ultramarino, e a de Adelino Torres, militante angolano nacionalista, exilado em Argel e França. onde se doutorou, tendo regressado a Portugal depois do 25 de Abril prosseguindo uma carreira acdémica no ISEG. Esta última biblioteca com milhares de livros é certamente a mais completa bibllioteca francófona, especializada em África, mundo árabe e terrorismo. ]

– Biblioteca de Adelino Torres (parte)
- o “Arquivo Vivido” da Ana Luísa Janeira

Ver DOAÇÃO DO “ARQUIVO VIVIDO” DE ANA LUÍSA JANEIRA (MAIO DE 2022)
(Continua.)




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